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	<title>assistencia tecnica ateg &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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	<description>Serviço Nacional de Aprendizagem do Tocantins</description>
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	<title>assistencia tecnica ateg &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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		<title>Balanço mostra avanço das ações de Assistência Técnica e Gerencial do Senar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Dec 2023 19:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assistência Técnica e Gerencial]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assistência Técnica e Gerencial do Senar alcançou no ano de 2023 a marca de 5.300 produtores atendidos em diversas regiões do Tocantins. O objetivo do programa é aplicar técnicas de produção, aumentar a produtividade no setor rural e gerar lucratividade no negócio rural. &#160; A metodologia foi aplicada de acordo com as necessidades de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assistência Técnica e Gerencial do Senar alcançou no ano de 2023 a marca de 5.300 produtores atendidos em diversas regiões do Tocantins. O objetivo do programa é aplicar técnicas de produção, aumentar a produtividade no setor rural e gerar lucratividade no negócio rural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A metodologia foi aplicada de acordo com as necessidades de cada propriedade, passando pelo diagnóstico, o planejamento estratégico, a adequação tecnológica e a capacitação profissional. Durante o ano, o Senar atendeu 1.792 propriedades que desenvolvem atividades na cadeia de Bovinocultura de Corte; 1.160 na Bovinocultura de Leite; 230 em Fruticultura; 571 na Olericultura, 212 na Piscicultura e 209 na Apicultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o diretor do programa, Fabrício Vasconcelos, foram contratados cerca de 60 novos técnicos para atender as demandas. “A busca pela assistência do Senar neste ano aumentou bastante, por isso contratamos novos agentes de campo, que nos permitiu chegar a mais de 320 mil hectares de área assistida, entre pequenos, médios e grandes produtores”. Ainda segundo o diretor, a procura pelo programa está sendo motivada pelos bons resultados que os assistidos do Senar têm conseguido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas propriedades que recebem assistência técnica e gerencial foram alcançados resultado expressivos. Na Bovinocultura de leite, por exemplo, o aumento médio chegou a 171% no lucro da atividade. Já na Bovinocultura de Corte, houve crescimento médio de 73% no peso de venda de machos em terminação. Na Piscicultura, a produção de peixe por unidade chegou a 484%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HISTÓRIAS TRANSFORMADORAS</strong></p>
<p>Ao longo do ano, o Senar colecionou exemplos de histórias de sucesso com a assistência técnica e gerencial. O caso do produtor rural Antônio Apolônio, de Augustinópolis é um exemplo. A produção de leite na fazenda dele passou de 300 para 1.420 litros/mês com a mesma quantidade de animais. “O programa ajudou com os pastos que eram fracos, com a alimentação das vacas e com o planejamento, que antes nem tinha”, destacou o produtor. Para ele, o apoio do Senar está mudando a vida dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No sudeste do estado, no munícipio de Porto Alegre, a produtora de mandioca Maria Lúbia, também compartilhou sua experiência com o programa. A produtora começou a receber a assistência técnica no início deste ano. Com a ATeG, ela fez mudanças e na adubação do solo e no plantio. Com isso, a produção passou de 18 toneladas de mandioca para cerca de 35 toneladas por hectare. “O Senar tem transformado a nossa vida, né!?!”, destacou a produtora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DESTAQUE NACIONAL</strong></p>
<p>No ano de 2023 a ATeG no Tocantins também foi destaque na campanha nacional do SENAR. Técnico e piscicultor do Tocantins mostraram a importância da assistência e a capacidade de transformação da vida no campo. (Confira em https://docampoparavoce.com.br/ a história do produtor Derci dos Santos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra conquista para a instituição foi a premiação do supervisor do programa, Vicente Lima Neto, escolhido como um dos três melhores profissionais do Brasil. “Uma oportunidade e honra trabalhar nessa casa; essa conquista no prêmio ‘Agro Brasil’, na categoria ATEG, não é só minha, é nossa”, comemorou.</p>
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		<title>Produção de leite aumenta após Assistência Técnica do Senar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 18:09:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[A chácara Esperança do produtor Antônio Apolônio, de Augustinópolis, está entre as mais de cinco mil propriedades rurais atendidas pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Tocantins. Os bons resultados foram constatados já no primeiro ano de atendimento com aumento da produção de leite de 300 litros para 1.420 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chácara Esperança do produtor Antônio Apolônio, de Augustinópolis, está entre as mais de cinco mil propriedades rurais atendidas pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Tocantins. Os bons resultados foram constatados já no primeiro ano de atendimento com aumento da produção de leite de 300 litros para 1.420 litros/mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O programa ajudou com os pastos que eram fracos, com a alimentação das vacas e com o planejamento que antes nem tinha. A partir do que o técnico orienta, a gente vai aprendendo, pesquisando, participando de cursos e desenvolvendo cada vez mais”, destacou Apolônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O produtor que já trabalhava com a bovinocultura de leite há um tempo, conta que estava desanimado com os números e deu ao Senar uma “última chance” para continuar. Para mudar os resultados, a técnica de campo do Senar, Denise Silva, realizou o diagnóstico inicial, que identificou a ausência de controle produtivo, reprodutivo, econômico e planejamento, que impediam uma boa produtividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a técnica, eles levantaram os fluxos de caixa, instalaram fichas individuais dos animais, realizaram controle leiteiro e controle de reprodução dos animais. “Isso tudo serviu como base para fazer a seleção genética, descartando assim os animais com baixa produção e priorizando animais que davam resultado. Instalamos também o rotacionado, que era algo que o produtor tinha tentando outras vezes e não tinha dado certo”, explicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seis meses depois das adequações realizadas pela assistência do Senar, a realidade era outra. “A produção média por animal de 3 litros/dia passou para 8 litros/dia, mudou da água para o vinho e agora voltei a ter gosto pela atividade”, afirmou Apolônio. ‘</p>
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		<title>Assistência Técnica do Senar transforma atividade apicultora no Bico do Papagaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 17:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Programas Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[José Gonçalves, apicultor do município de Araguatins, proprietário da Fazenda Flor da Serra, viu o negócio dele ganhar outra dimensão após receber a Assistência Técnica e Gerencial (ATEG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O produtor sempre produziu o mel, mas o pouco conhecimento sobre como realizar o manejo dos enxames dificultava a atividade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Gonçalves, apicultor do município de Araguatins, proprietário da Fazenda Flor da Serra, viu o negócio dele ganhar outra dimensão após receber a Assistência Técnica e Gerencial (ATEG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O produtor sempre produziu o mel, mas o pouco conhecimento sobre como realizar o manejo dos enxames dificultava a atividade. As abelhas se dispersavam, prejudicando a produtividade no apiário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O apicultor conta que não sabia como trocar a cera corretamente das colmeias, o que o levava a enfrentar desafios constantes na atividade. “A criação era incerta, pois as abelhas fugiam e tínhamos que capturar outras e colocar na caixa. Não sabíamos realizar a troca de cera, nem classificar as melhores abelhas rainhas para a produção”, disse José. As estratégias não eram eficazes e, muitas vezes, resultavam em mais perdas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Após a ATEG</strong></p>
<p>Com a assistência técnica do Senar, o produtor assistido aprendeu as técnicas adequadas de manejo e como trocar a cera, que representou um aumento significativo na produção de mel.  Antes da assistência, José possuía 13 enxames e tirava uma média de 7 kg de mel por caixa. “Hoje, com os mesmos enxames, ele está tirando 14,5 kg por caixa”, ressaltou Solon Oliveira, técnico de campo que assiste a propriedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa melhoria na produção fez com que seu negócio se tornasse mais lucrativo e estável. “As abelhas agora permanecem nas caixas e tenho um manejo mais seguro. Não tenho mais dificuldade com as abelhas mais “bravas”, porque a gente não cuidava delas como fazemos hoje. Através do Senar, a produção deu uma clareada e tem melhorado cada vez mais”, disse o produtor, satisfeito com os resultados da assistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, José passou a registrar todos os custos e gastos da atividade produtiva. Essas anotações o ajudam a controlar as finanças e tomar decisões mais assertivas sobre o negócio. Um outro benefício que a assistência técnica do Senar proporcionou ao apicultor foi o conhecimento necessário para produzir sua própria cera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong><span style="font-size: 18px;"><em>“Ele não precisa mais sofrer no campo para capturar abelhas, porque pode dividir os enxames. De 13 enxames, de imediato, ele pode pular para 26 enxames”, destacou o técnico de campo. Agora, José tem a possibilidade de aumentar sua produtividade ao investir em mais caixas. “Estou muito alegre com essa parceria. O Senar foi um professor para mim”, finalizou o produtor.</em></span></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Produção de leite triplica após assistência técnica do Senar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 18:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Senar]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[“A gente veio de cultura passada, de um sistema de trabalho diferente. Então, cometemos muitos erros. Mas agora, com o Senar nos apoiando, a gente tem propósito e conseguimos enxergar melhorias”, destacou Raimundo Nonato, proprietário da Chácara Esperança, localizada em Augustinópolis. O produtor rural é atendido pela ATeG há cerca de um ano, e antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A gente veio de cultura passada, de um sistema de trabalho diferente. Então, cometemos muitos erros. Mas agora, com o Senar nos apoiando, a gente tem propósito e conseguimos enxergar melhorias”, destacou Raimundo Nonato, proprietário da Chácara Esperança, localizada em Augustinópolis. O produtor rural é atendido pela ATeG há cerca de um ano, e antes da chegada da assistência técnica na propriedade, enfrentava dificuldades no manejo do gado, na qualidade da pastagem e racionamento da alimentação para os animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A técnica de campo que assiste a propriedade, Valéria Oliveira, conta que a primeira ação realizada na área foi uma análise rigorosa do solo, que conseguisse suportar o período de seca no estado. “A gente implantou a capineira de capiaçu, o produtor realizou a silagem e quando acabou, ele começou a fornecer <em>in natura</em>”, relatou a técnica. Com a melhoria do solo, Raimundo formulou a quantidade correta de ração e silagem para o rebanho, que foi estabelecida pela produtividade do leite na propriedade. “Depois do Senar, não tivemos mais problemas no manejo, conseguimos comprar o gado certo e tiramos o leite que a gente tanto almejava”, afirmou Raimundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir desse controle de volume de produzido por cada vaca, os índices apresentaram uma melhora expressiva na produção de leite e lactação, uma vez que a média era de 15 litros. Agora, a média de produção é de 56 litros, sendo mais que o triplo do que antes era extraído. “Hoje conseguimos ter a mesma instrução que os grandes produtores recebem, e de graça, em casa. Aqui não damos um passo sem que o Senar esteja ao lado auxiliando”, contou o produtor, empolgado. O manejo adequado e alimentação balanceada foram fatores decisivos para que a atividade viesse a ser mais estável e lucrativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O produtor conta que apesar das dificuldades que vêm com o período de seca na região, com o apoio do Senar, ele se sente mais confiante e preparado para passar por essa fase.</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 18px;"><strong><em> “Sentimento de gratidão, tudo mudou. Antigamente, a roça era sinônimo de pobreza. Depois do acompanhamento desse programa do Senar, estamos mais empolgados. Tiramos leite, vendemos queijo, estamos chiques de doer”, declarou Raimundo.</em></strong></span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Uma morte, roubo, terra úmida: Um caminho difícil até as portas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 16:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agricultor]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável. Maria é filha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria é filha de produtores rurais e foi criada na comunidade Figueirinha, em Balneário Gaivota, no extremo Sul catarinense. Ela enfrentou muitas dificuldades no início da jornada, mas, com a ajuda do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), hoje “tira o sustento” da família em uma terra que estava abandonada e, por muitos, era considerada improdutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter “nascido na roça”, a história de Maria como empreendedora rural só começou de fato em 2010 quando seu pai, Alaôr Rodrigues Santos, reuniu os filhos para dividir as propriedades. Na época, Maria e seu esposo Edivaldo Borges moravam em Santa Rosa do Sul (SC) e se viravam como podiam para sobreviver na cidade. Maria estava empregada em uma fábrica de biscoitos e Edivaldo trabalhava como motorista.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não foi uma época fácil. Mesmo morando fora, eu sempre quis voltar para o campo. Quando o meu pai nos convocou para dividir as terras, enxerguei como uma oportunidade para realizar meu sonho”, conta Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na partilha, Maria ficou com uma “terra parada”, que estava sem produzir. “O solo era muito úmido e estava tomado pela tiririca branca (planta invasora). Mas decidimos produzir assim mesmo”, explica Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de voltar ao campo para produzir exigiu uma série de planejamentos. A primeira medida foi arrumar a casa da propriedade rural que, na época, não oferecia condições para morar. “Trabalhei todo o ano de 2011 para juntar dinheiro para a fiação elétrica e, assim, colocar energia na casa. Então, na virada para 2012, decidi ir embora de Santa Rosa do Sul e morar na propriedade em Balneário Gaivota. Fiquei um ano e dois meses sozinha. Meu marido continuou na cidade para garantir nosso sustento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as economias da poupança e do seguro desemprego do antigo serviço, Maria conseguiu comprar uma vaca holandesa que, na época, custava R$ 2,5 mil, mas o solo úmido e tomado pela tiririca da propriedade inviabilizava a construção de um pasto para o animal. E para alimentá-lo, “a gente ia atrás de frutas na vizinhança”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas uma vaca, Maria tinha o leite e ainda fazia queijo, habilidade que aprendeu desde pequena com a mãe. Mas três meses depois, o animal caiu em uma vala e morreu. “Não tinha o que fazer, só trabalhar para comprar outra”, disse ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo animal do casal veio para a propriedade de uma forma inusitada. O marido de Maria tinha um dinheiro a receber do emprego na cidade. Mas como seu antigo patrão passava por dificuldades, Edivaldo propôs um acordo e levou uma vaca leiteira como pagamento. O animal foi colocado no pasto do sogro e, numa noite, foi a única vaca roubada do rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a morte e roubo dos dois primeiros animais, Maria conta, emocionada, como a família se uniu para ajudá-los. A mãe, dona Lurdes, fez um empréstimo, a sogra também contribuiu e, com um pouco mais de economias, o casal conseguiu três vacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Capim na moto – Até o Senar chegar, o casal se virava como podia para alimentar os três animais. “Quando eu saia de moto, pegava dois sacos de capim na beira da estrada. Era assim que a gente alimentava as vacas. Não tinha pasto”. Já para melhorar a acidez do solo, o casal enchia baldes de calcário e espalhava na terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida na propriedade continuava difícil e para completar a renda, nas temporadas de verão, Maria saia de bicicleta para trabalhar em um atacado de sorvete próximo à região e ainda como costureira. “As três vacas estavam lá, a gente acordava de madrugada para tirar o leite. A terra ainda tinha muita umidade, era improdutiva, mas não perdemos a esperança de ter um pasto verde para os animais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vizinhos e até familiares diziam que eles eram teimosos por insistir naquelas terras. “Muitos duvidaram, diziam que nosso esforço não ia dar em nada. Mas não existe terra ruim, existe terra malcuidada”, afirma Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada do Senar – Como sempre teve vontade de aprender, Maria sabia que faltava alguma coisa. Em 2018 o casal ficou sabendo de uma reunião do Senar, no Sindicato Rural de Araranguá, sobre a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).</p>
<p style="text-align: justify;">Maria não teve dúvidas. Era a chance para conseguir fazer a terra produzir, para o tão sonhado “pasto verde”. No dia da reunião mais um imprevisto. O pneu da moto furou e ela conseguiu chegar só no final da reunião. “Pedi para que fosse atendida, então marcaram uma visita do técnico na nossa propriedade”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando cheguei, uma parte da terra estava tomada pela erva daninha, com poucos animais. Outra parte estava roçada e a análise de solo pronta. Mas o que existia de especial era a vontade, a determinação e a garra dos dois. Eles fariam qualquer coisa para a propriedade dar certo e isso ajudou muito”, lembra o técnico do Senar Ricardo Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o atendimento, o técnico pediu para que Maria calculasse e registrasse a quantidade de leite diário. Na propriedade também começaram os testes de várias mudas de pasto para saber qual produziria melhor naquele tipo de terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A propriedade de Maria e Edivaldo recebeu atendimento da ATeG do Senar entre 2018 e 2022. Foi um “divisor de águas”. Os 10 litros de leite produzidos por dia chegaram a 100 litros com as orientações do técnico Ricardo e com a ajuda de uma máquina de ordenha adquirida pelo casal. Tudo isso os levou a se dedicar integralmente à atividade no campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o casal tem oito vacas e quatro – Flor, Agatha, Linda e Rosa Flor – em lactação. Alguns dos nomes dos animais foram escolhidos pela filha Maria Eduarda, que já mostra aptidão para as atividades no campo. “Já sei tirar leite e quero ser veterinária”.</p>
<p style="text-align: justify;">A terra que um dia estava encharcada, além de ter muita acidez, hoje é produtiva e conta com um pasto verde que alimenta o rebanho. “Muitos disseram que o nosso esforço não ia dar em nada e hoje a gente vive disso. Em dois meses de atendimento, nós já tínhamos comida para dar aos animais. Em seis meses, bastante pasto. Olhei pra Maria e disse: ‘nós vamos ficar aqui, porque aqui é o nosso lugar’. Vamos mostrar para quem não acreditou que a terra tem potencial. O Senar abriu as portas que a gente precisava”, diz Edivaldo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 21px;">“O que o Senar nos trouxe foi qualidade de vida. Não cuidou só da terra, cuidou do nosso lado emocional, pessoal, do desenvolvimento social. Sem o Senar, estaríamos trabalhando fora. Sem dúvida ele tem papel fundamental na realização de sonhos dos produtores rurais. Hoje tenho orgulho de onde cheguei e da mulher que me tornei”, conta Maria emocionada.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">
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