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	<title>agro &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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		<title>Cerca de 60 cursos de Formação Profissional Rural foram ofertados no mês de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 17:48:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No mês de janeiro, o Senar Tocantins ofertou cerca de 60 cursos abrangendo setores da agroindústria, bovinocultura, pecuária, prestação de serviços, entre outros. Essas capacitações tem o objetivo de apoiar produtores e trabalhadores rurais que buscam oportunidades no mercado de trabalho ou aprimoramento de suas atividades no campo. &#160; Para inaugurar o ano, o município [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês de janeiro, o Senar Tocantins ofertou cerca de 60 cursos abrangendo setores da agroindústria, bovinocultura, pecuária, prestação de serviços, entre outros. Essas capacitações tem o objetivo de apoiar produtores e trabalhadores rurais que buscam oportunidades no mercado de trabalho ou aprimoramento de suas atividades no campo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para inaugurar o ano, o município de Taguatinga foi palco do curso &#8220;Trabalhador na operação de drone &#8211; mapeamento na agropecuária&#8221;. Na ocasião, os alunos aprenderam sobre pilotagem e em como a tecnologia pode reduzir os custos de produção, elevar a eficiência no campo e estimular o aumento de produtividade no setor. “Eu nunca tinha visto ou pegado em um drone e não sabia as diversas formas que ele pode ser utilizado. Esse conhecimento foi muito proveitoso para mim”, destacou a participante Taiz Batista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Gurupi, região sul do estado, o Senar realizou o curso “Trabalhador na produção de doces, conservas e compotas” com foco na produção de iguarias derivadas de frutos da região. A iniciativa capacitou dez pessoas, proporcionando conhecimentos práticos que a produtora rural Sanme Rosa de Sousa, elogiou. &#8220;Aprendi a fazer doces, reaproveitar as cascas e utilizar as frutas para produzir geleia. Se vierem mais cursos, quero participar.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o curso &#8220;Trabalhador na operação e manutenção de retroescavadeira&#8221; foi realizado em Marianópolis e beneficiou sete participantes. Jéssica Fernandes foi uma das alunas e destacou a experiência positiva. &#8220;Eu amei participar do curso, pude aprender todo o funcionamento da máquina, como trabalhar corretamente e identificar possíveis problemas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realizado na Fazenda Bocalon, o município de Divinópolis recebeu o curso “Trabalhador na operação e manutenção de pulverizadores autopropelidos”. Para Carlos Marques, a capacitação foi o espaço onde pôde ter o primeiro contato com o maquinário. “Gostei de tudo e foi muito bom adquirir novos conhecimentos. Aprendi a trabalhar com pulverizador, fazer linhas AB e marcação de campo”, disse o aluno. Elemar Santos, outro participante, já havia tido a oportunidade de participar do curso de tratores agrícolas, e ficou satisfeito em concluir outro treinamento. “Foi muito bom colocar em prática os conhecimentos junto ao instrutor e os colegas da turma”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o Diretor de Formação Profissional Rural, Luiz Claudio Faria, mesmo diante dos desafios enfrentados neste início de ano, os produtores rurais continuam demonstrando seu comprometimento com o desenvolvimento de suas propriedades, especialmente no que diz respeito à capacitação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O primeiro mês de 2024 se destaca como o período com o maior número de turmas formadas nos últimos 10 anos pelo SENAR. Encerramos o mês com 60 treinamentos realizados. Isso reflete a intensa atividade dos produtores rurais, que estão empenhados em aprimorar suas habilidades e conhecimentos. Investir na formação profissional tornou-se uma prioridade para muitos, visto como uma medida essencial para reduzir custos e aprimorar a produção”, destacou o diretor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p>As capacitações de Formação Profissional Rural propiciam a aprendizagem e aprimoramento de atividades voltadas para o setor agropecuário. Os cursos têm uma carga horária que varia de 16 a 40 horas, e ao final do treinamento, os participantes recebem uma certificação válida em todo território nacional.</p>
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		<title>Representantes da Embaixada Americana visitam lavouras de soja no sul do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 17:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“É a minha primeira vez no Tocantins.  O estado tem um potencial de crescimento de produção muito grande. O que me chamou atenção foi a recuperação das áreas degradas e que foram convertidas em novas áreas de plantação da soja e milho. Apesar das dificuldades enfrentadas nesta safra é um estado que tem se destacado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“É a minha primeira vez no Tocantins.  O estado tem um potencial de crescimento de produção muito grande. O que me chamou atenção foi a recuperação das áreas degradas e que foram convertidas em novas áreas de plantação da soja e milho. Apesar das dificuldades enfrentadas nesta safra é um estado que tem se destacado na cultura”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4072 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/cac8b014-c156-49e4-9e84-dacca33544bb-1024x461.jpg" alt="" width="780" height="351" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/cac8b014-c156-49e4-9e84-dacca33544bb-1024x461.jpg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/cac8b014-c156-49e4-9e84-dacca33544bb-300x135.jpg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/cac8b014-c156-49e4-9e84-dacca33544bb.jpg 1600w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A avaliação é do adido agrícola da Embaixada dos EUA, em Brasília, Joseph Collins Degreenia, um dos participantes da comitiva americana que conheceu lavouras de soja na região sul do Tocantins.  Além dele, fazem parte da missão a Drª Sunita Yadav-Pauletti, do Departamento de Agricultura dos EUA em Washington e Marcos Vinícius Sasso Bento, especialista agrícola da Embaixada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes de visitar as propriedades, a comitiva esteve na sede da FAET em Palmas, onde assistiram a uma apresentação do Sistema FAET/Senar e outra sobre o panorama da produção de grãos no estado. Para o presidente Paulo Carneiro, a escolha do Tocantins é um exemplo da atenção que a atividade rural no estado tem despertado no Brasil e no mundo. “Produzimos bem e o estado é um dos poucos lugares do mundo onde a produção pode aumentar ainda mais”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Tocantins é o maior produtor de grãos da região norte, segundo a Conab. A soja, o milho e o arroz representam 92% da área plantada no estado, sendo a soja o principal grão cultivado, ocupando 70% das áreas. Na safra 2022/2023, o estado atingiu a marca de 7.6 milhões de toneladas colhidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VISITA TÉCNICA</strong></p>
<p>Acompanhada pelo diretor de Formação Profissional do Senar, Luiz Cláudio Faria, a comitiva americana desembarcou na região sul do Tocantins, onde conheceu realidades distintas da produção de soja no estado. No munícipio de Gurupi, na Fazenda Consentini, a equipe ficou impressionada com a alta produtividade e, embora o ano tenha sido atípico, a estiagem não afetou a produção na fazenda. Além da produção convencional, a propriedade também tem áreas irrigadas destinadas à soja. A expectativa dos produtores é de colher, em média, 100 sacas se soja por hectare.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4073 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/46d2e628-d0d4-4f6c-be3b-b5ca7cdb3015-1024x461.jpg" alt="" width="780" height="351" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/46d2e628-d0d4-4f6c-be3b-b5ca7cdb3015-1024x461.jpg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/46d2e628-d0d4-4f6c-be3b-b5ca7cdb3015-300x135.jpg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/46d2e628-d0d4-4f6c-be3b-b5ca7cdb3015.jpg 1600w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Já na Fazenda Ipê, no município de Peixe, a realidade conhecida pelos americanos foi outra. Em uma área de 700 hectares destinadas à cultura, o produtor precisou plantar soja três vezes e mesmo assim não teve sucesso na maior parte da área. Por conta da escassez de chuvas, o produtor mudou de estratégia. “Dessa área, apenas 50 hectares vão ter soja até o fim da safra, o restante tivemos que virar para o milho”, destacou o produtor Daniel Cerri, reforçando que desde 2016 planta no estado e essa é a primeira vez que sofre com o clima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante as visitas, os representantes também conheceram a integração lavoura-pecuária, que é uma forma de diversificar a atividade do produtor. De acordo com o diretor da instituição, Luiz Claudio Faria, as visitas realizadas mostraram o potencial do Tocantins, mas também a realidade da produção. “Selecionamos diferentes propriedades, de pequenas a grandes, desde aquelas com alto índice de produtividade, quanto outras que sofreram com as variações climáticas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4074 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/c71b4b5c-fdd0-4395-83e8-9574aab0075b-1024x461.jpg" alt="" width="780" height="351" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/c71b4b5c-fdd0-4395-83e8-9574aab0075b-1024x461.jpg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/c71b4b5c-fdd0-4395-83e8-9574aab0075b-300x135.jpg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/01/c71b4b5c-fdd0-4395-83e8-9574aab0075b.jpg 1600w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ações do Senar beneficiam mais de 26 mil pessoas em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:07:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um trabalho que vai além das porteiras. Foi dessa forma que o Sistema FAET/Senar reforçou o seu compromisso com o desenvolvimento do agro do Tocantins. O Senar termina o ano de 2023 com mais de 26.600 mil pessoas beneficiadas em ações de Formação Profissional Rural, oficinas, palestras e eventos da saúde. Foram 1.250 treinamentos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um trabalho que vai além das porteiras. Foi dessa forma que o Sistema FAET/Senar reforçou o seu compromisso com o desenvolvimento do agro do Tocantins. O Senar termina o ano de 2023 com mais de 26.600 mil pessoas beneficiadas em ações de Formação Profissional Rural, oficinas, palestras e eventos da saúde. Foram 1.250 treinamentos de diferentes áreas realizados em diversas regiões do estado. O resultado? Oportunidades, renda e transformação de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Diretor de Educação Profissional Rural, Luiz Claudio Faria, comparado com o ano anterior, os cursos de qualificação tiveram um crescimento de 129% neste ano. “Isso mostra o crescimento do nosso estado, a busca por mão de obra qualificada, por profissionalização e também o nosso empenho em atender essas demandas, oferecendo os melhores serviços e atendendo produtores e trabalhadores com qualidade”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O incentivo ao conhecimento, qualificação profissional e oportunidades foram destaque entre as ações desenvolvidas. O programa “Jovem Aprendiz” foi um dos projetos que ganharam notoriedade em 2023. Em parceria com empresas do setor, o Senar tem preparado jovens para o mercado de trabalho. Neste ano três turmas nos munícipios de Augustinópolis, São Bento e Araguaçu estão sendo qualificadas. Além de atender o dispositivo legal da empresa, o programa atende as demandas do mercado regional por profissionais qualificados no setor agrícola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o ano, foram realizados 35 eventos do programa “Saúde do Homem e da Mulher Rural” que beneficiaram mais de 4.000 mil pessoas. “O programa reforçou a importância dos cuidados preventivos com a saúde do homem e mulher do campo que muitas vezes acaba ficando de lado por falta de oportunidade”, destacou a coordenadora do programa, Deise Colombari. Para Maria Gerusa, uma das beneficiadas pelo programa que ocorreu em Divinópolis, a iniciativa é “muito importante, porque alerta as mulheres sobre o câncer, um livramento”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAPACITAÇÕES POR TODO ESTADO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gustavo Rodrigues, trabalhador rural de Lagoa do Tocantins, foi um dos beneficiados com os cursos do Senar. A certificação fez com que ele ocupasse a vaga de operador de colheitadeira. “Com essa oportunidade em mãos, eu comecei a cobrir o horário dos colegas da fazenda, aproveitei cada momento para aprimorar minhas habilidades na operação da máquina”. Agora contratado para a nova atividade, ele assumiu toda a operação do maquinário envolvido no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Janete Ferreira é outro exemplo. Ela trabalhava como auxiliar de serviços gerais em redes de hotéis da região de São Valério e em busca de melhorias, teve interesse em se inscrever no curso “Trabalhador em Classificação de Grãos: soja e milho”. Com o certificado em mãos, em menos de dois meses ela recebeu a proposta de uma empresa para atuar como classificadora de grãos. “Eu trabalhava na área da limpeza e o curso do Senar me deu essa nova perspectiva, foi um salto”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais de 1.900 pessoas são beneficiadas com treinamentos de mecanização agrícola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:14:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante o ano de 2023, mais de 160 cursos de atividades de apoio agrossilvipastoril foram realizados em parceria com os sindicatos rurais do estado. As iniciativas alcançaram 55 municípios, reforçando a importância da profissionalização para a evolução do setor agropecuário tocantinense. Em comparação com 2022, este ano, as ações neste segmento apresentaram um crescimento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o ano de 2023, mais de 160 cursos de atividades de apoio agrossilvipastoril foram realizados em parceria com os sindicatos rurais do estado. As iniciativas alcançaram 55 municípios, reforçando a importância da profissionalização para a evolução do setor agropecuário tocantinense. Em comparação com 2022, este ano, as ações neste segmento apresentaram um crescimento de 95%, devido . Os treinamentos fazem parte da categoria “Formação Profissional Rural” do Senar, e tem como objetivo aprimorar o conhecimento e aumentar a produtividade no campo. A carga horária dos cursos varia de 16 a 40 horas, abordando técnicas de operação, manutenção preventiva e corretiva do maquinário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPOIMENTOS</strong></p>
<p>Joelson Barcelos, que participou do curso “Trabalhador na operação e manutenção de pá-carregadeira”, já operava máquinas e a capacitação reforçou as técnicas. “Esse curso para mim, é muito importante, pois aborda questões de lubrificação, painel de comando, parte elétrica da máquina e é sempre bom atualizar a prática para oferecer um serviço de qualidade”, destacou Joelson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marilene Alves, foi aluna do curso com foco na operação e manutenção de implementos agrícolas e relatou com entusiasmo os aprendizados adquiridos. “Fez uma grande diferença na minha vida profissional, pois aprendi os símbolos universais, sistema de alimentação, refrigeração, elétrico, lubrificação de motor, dentre outras práticas”. “O treinamento demonstrou que a máquina não foi feita para ser usada brutalmente, mas sim, de acordo com seu local de trabalho, utilizando as rotações corretas”, disse Daniel França, que foi aluno do curso “Trabalhador na operação e manutenção de tratores agrícolas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao final da capacitação, os participantes recebem um certificado, que é reconhecido em todo o território nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE A FORMAÇÃO PROFISSIONAL RURAL:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Formação Profissional Rural contempla capacitações nas áreas de agricultura, agroindústria, aquicultura, atividades de apoio agrossilvipastoril, atividades relativas à prestação de serviços, pecuária e silvicultura. As iniciativas buscam beneficiar produtores e trabalhadores rurais que querem aprimorar o conhecimento, aumentar a produtividade e aplicar inovações nas propriedades.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Assistência Técnica do Senar transforma atividade apicultora no Bico do Papagaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 17:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[José Gonçalves, apicultor do município de Araguatins, proprietário da Fazenda Flor da Serra, viu o negócio dele ganhar outra dimensão após receber a Assistência Técnica e Gerencial (ATEG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O produtor sempre produziu o mel, mas o pouco conhecimento sobre como realizar o manejo dos enxames dificultava a atividade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Gonçalves, apicultor do município de Araguatins, proprietário da Fazenda Flor da Serra, viu o negócio dele ganhar outra dimensão após receber a Assistência Técnica e Gerencial (ATEG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O produtor sempre produziu o mel, mas o pouco conhecimento sobre como realizar o manejo dos enxames dificultava a atividade. As abelhas se dispersavam, prejudicando a produtividade no apiário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O apicultor conta que não sabia como trocar a cera corretamente das colmeias, o que o levava a enfrentar desafios constantes na atividade. “A criação era incerta, pois as abelhas fugiam e tínhamos que capturar outras e colocar na caixa. Não sabíamos realizar a troca de cera, nem classificar as melhores abelhas rainhas para a produção”, disse José. As estratégias não eram eficazes e, muitas vezes, resultavam em mais perdas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Após a ATEG</strong></p>
<p>Com a assistência técnica do Senar, o produtor assistido aprendeu as técnicas adequadas de manejo e como trocar a cera, que representou um aumento significativo na produção de mel.  Antes da assistência, José possuía 13 enxames e tirava uma média de 7 kg de mel por caixa. “Hoje, com os mesmos enxames, ele está tirando 14,5 kg por caixa”, ressaltou Solon Oliveira, técnico de campo que assiste a propriedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa melhoria na produção fez com que seu negócio se tornasse mais lucrativo e estável. “As abelhas agora permanecem nas caixas e tenho um manejo mais seguro. Não tenho mais dificuldade com as abelhas mais “bravas”, porque a gente não cuidava delas como fazemos hoje. Através do Senar, a produção deu uma clareada e tem melhorado cada vez mais”, disse o produtor, satisfeito com os resultados da assistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, José passou a registrar todos os custos e gastos da atividade produtiva. Essas anotações o ajudam a controlar as finanças e tomar decisões mais assertivas sobre o negócio. Um outro benefício que a assistência técnica do Senar proporcionou ao apicultor foi o conhecimento necessário para produzir sua própria cera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong><span style="font-size: 18px;"><em>“Ele não precisa mais sofrer no campo para capturar abelhas, porque pode dividir os enxames. De 13 enxames, de imediato, ele pode pular para 26 enxames”, destacou o técnico de campo. Agora, José tem a possibilidade de aumentar sua produtividade ao investir em mais caixas. “Estou muito alegre com essa parceria. O Senar foi um professor para mim”, finalizou o produtor.</em></span></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Produção de leite triplica após assistência técnica do Senar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 18:17:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[“A gente veio de cultura passada, de um sistema de trabalho diferente. Então, cometemos muitos erros. Mas agora, com o Senar nos apoiando, a gente tem propósito e conseguimos enxergar melhorias”, destacou Raimundo Nonato, proprietário da Chácara Esperança, localizada em Augustinópolis. O produtor rural é atendido pela ATeG há cerca de um ano, e antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A gente veio de cultura passada, de um sistema de trabalho diferente. Então, cometemos muitos erros. Mas agora, com o Senar nos apoiando, a gente tem propósito e conseguimos enxergar melhorias”, destacou Raimundo Nonato, proprietário da Chácara Esperança, localizada em Augustinópolis. O produtor rural é atendido pela ATeG há cerca de um ano, e antes da chegada da assistência técnica na propriedade, enfrentava dificuldades no manejo do gado, na qualidade da pastagem e racionamento da alimentação para os animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A técnica de campo que assiste a propriedade, Valéria Oliveira, conta que a primeira ação realizada na área foi uma análise rigorosa do solo, que conseguisse suportar o período de seca no estado. “A gente implantou a capineira de capiaçu, o produtor realizou a silagem e quando acabou, ele começou a fornecer <em>in natura</em>”, relatou a técnica. Com a melhoria do solo, Raimundo formulou a quantidade correta de ração e silagem para o rebanho, que foi estabelecida pela produtividade do leite na propriedade. “Depois do Senar, não tivemos mais problemas no manejo, conseguimos comprar o gado certo e tiramos o leite que a gente tanto almejava”, afirmou Raimundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir desse controle de volume de produzido por cada vaca, os índices apresentaram uma melhora expressiva na produção de leite e lactação, uma vez que a média era de 15 litros. Agora, a média de produção é de 56 litros, sendo mais que o triplo do que antes era extraído. “Hoje conseguimos ter a mesma instrução que os grandes produtores recebem, e de graça, em casa. Aqui não damos um passo sem que o Senar esteja ao lado auxiliando”, contou o produtor, empolgado. O manejo adequado e alimentação balanceada foram fatores decisivos para que a atividade viesse a ser mais estável e lucrativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O produtor conta que apesar das dificuldades que vêm com o período de seca na região, com o apoio do Senar, ele se sente mais confiante e preparado para passar por essa fase.</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 18px;"><strong><em> “Sentimento de gratidão, tudo mudou. Antigamente, a roça era sinônimo de pobreza. Depois do acompanhamento desse programa do Senar, estamos mais empolgados. Tiramos leite, vendemos queijo, estamos chiques de doer”, declarou Raimundo.</em></strong></span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma morte, roubo, terra úmida: Um caminho difícil até as portas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 16:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[assistencia tecnica ateg]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável. Maria é filha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria é filha de produtores rurais e foi criada na comunidade Figueirinha, em Balneário Gaivota, no extremo Sul catarinense. Ela enfrentou muitas dificuldades no início da jornada, mas, com a ajuda do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), hoje “tira o sustento” da família em uma terra que estava abandonada e, por muitos, era considerada improdutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter “nascido na roça”, a história de Maria como empreendedora rural só começou de fato em 2010 quando seu pai, Alaôr Rodrigues Santos, reuniu os filhos para dividir as propriedades. Na época, Maria e seu esposo Edivaldo Borges moravam em Santa Rosa do Sul (SC) e se viravam como podiam para sobreviver na cidade. Maria estava empregada em uma fábrica de biscoitos e Edivaldo trabalhava como motorista.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não foi uma época fácil. Mesmo morando fora, eu sempre quis voltar para o campo. Quando o meu pai nos convocou para dividir as terras, enxerguei como uma oportunidade para realizar meu sonho”, conta Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na partilha, Maria ficou com uma “terra parada”, que estava sem produzir. “O solo era muito úmido e estava tomado pela tiririca branca (planta invasora). Mas decidimos produzir assim mesmo”, explica Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de voltar ao campo para produzir exigiu uma série de planejamentos. A primeira medida foi arrumar a casa da propriedade rural que, na época, não oferecia condições para morar. “Trabalhei todo o ano de 2011 para juntar dinheiro para a fiação elétrica e, assim, colocar energia na casa. Então, na virada para 2012, decidi ir embora de Santa Rosa do Sul e morar na propriedade em Balneário Gaivota. Fiquei um ano e dois meses sozinha. Meu marido continuou na cidade para garantir nosso sustento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as economias da poupança e do seguro desemprego do antigo serviço, Maria conseguiu comprar uma vaca holandesa que, na época, custava R$ 2,5 mil, mas o solo úmido e tomado pela tiririca da propriedade inviabilizava a construção de um pasto para o animal. E para alimentá-lo, “a gente ia atrás de frutas na vizinhança”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas uma vaca, Maria tinha o leite e ainda fazia queijo, habilidade que aprendeu desde pequena com a mãe. Mas três meses depois, o animal caiu em uma vala e morreu. “Não tinha o que fazer, só trabalhar para comprar outra”, disse ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo animal do casal veio para a propriedade de uma forma inusitada. O marido de Maria tinha um dinheiro a receber do emprego na cidade. Mas como seu antigo patrão passava por dificuldades, Edivaldo propôs um acordo e levou uma vaca leiteira como pagamento. O animal foi colocado no pasto do sogro e, numa noite, foi a única vaca roubada do rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a morte e roubo dos dois primeiros animais, Maria conta, emocionada, como a família se uniu para ajudá-los. A mãe, dona Lurdes, fez um empréstimo, a sogra também contribuiu e, com um pouco mais de economias, o casal conseguiu três vacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Capim na moto – Até o Senar chegar, o casal se virava como podia para alimentar os três animais. “Quando eu saia de moto, pegava dois sacos de capim na beira da estrada. Era assim que a gente alimentava as vacas. Não tinha pasto”. Já para melhorar a acidez do solo, o casal enchia baldes de calcário e espalhava na terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida na propriedade continuava difícil e para completar a renda, nas temporadas de verão, Maria saia de bicicleta para trabalhar em um atacado de sorvete próximo à região e ainda como costureira. “As três vacas estavam lá, a gente acordava de madrugada para tirar o leite. A terra ainda tinha muita umidade, era improdutiva, mas não perdemos a esperança de ter um pasto verde para os animais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vizinhos e até familiares diziam que eles eram teimosos por insistir naquelas terras. “Muitos duvidaram, diziam que nosso esforço não ia dar em nada. Mas não existe terra ruim, existe terra malcuidada”, afirma Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada do Senar – Como sempre teve vontade de aprender, Maria sabia que faltava alguma coisa. Em 2018 o casal ficou sabendo de uma reunião do Senar, no Sindicato Rural de Araranguá, sobre a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).</p>
<p style="text-align: justify;">Maria não teve dúvidas. Era a chance para conseguir fazer a terra produzir, para o tão sonhado “pasto verde”. No dia da reunião mais um imprevisto. O pneu da moto furou e ela conseguiu chegar só no final da reunião. “Pedi para que fosse atendida, então marcaram uma visita do técnico na nossa propriedade”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando cheguei, uma parte da terra estava tomada pela erva daninha, com poucos animais. Outra parte estava roçada e a análise de solo pronta. Mas o que existia de especial era a vontade, a determinação e a garra dos dois. Eles fariam qualquer coisa para a propriedade dar certo e isso ajudou muito”, lembra o técnico do Senar Ricardo Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o atendimento, o técnico pediu para que Maria calculasse e registrasse a quantidade de leite diário. Na propriedade também começaram os testes de várias mudas de pasto para saber qual produziria melhor naquele tipo de terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A propriedade de Maria e Edivaldo recebeu atendimento da ATeG do Senar entre 2018 e 2022. Foi um “divisor de águas”. Os 10 litros de leite produzidos por dia chegaram a 100 litros com as orientações do técnico Ricardo e com a ajuda de uma máquina de ordenha adquirida pelo casal. Tudo isso os levou a se dedicar integralmente à atividade no campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o casal tem oito vacas e quatro – Flor, Agatha, Linda e Rosa Flor – em lactação. Alguns dos nomes dos animais foram escolhidos pela filha Maria Eduarda, que já mostra aptidão para as atividades no campo. “Já sei tirar leite e quero ser veterinária”.</p>
<p style="text-align: justify;">A terra que um dia estava encharcada, além de ter muita acidez, hoje é produtiva e conta com um pasto verde que alimenta o rebanho. “Muitos disseram que o nosso esforço não ia dar em nada e hoje a gente vive disso. Em dois meses de atendimento, nós já tínhamos comida para dar aos animais. Em seis meses, bastante pasto. Olhei pra Maria e disse: ‘nós vamos ficar aqui, porque aqui é o nosso lugar’. Vamos mostrar para quem não acreditou que a terra tem potencial. O Senar abriu as portas que a gente precisava”, diz Edivaldo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 21px;">“O que o Senar nos trouxe foi qualidade de vida. Não cuidou só da terra, cuidou do nosso lado emocional, pessoal, do desenvolvimento social. Sem o Senar, estaríamos trabalhando fora. Sem dúvida ele tem papel fundamental na realização de sonhos dos produtores rurais. Hoje tenho orgulho de onde cheguei e da mulher que me tornei”, conta Maria emocionada.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">
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