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	<title>Rogério Silva &#8211; Sistema Faet &#8211; Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins</title>
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	<description>Fortalecendo o campo, cultivando o futuro.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Jul 2025 20:41:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Impacto da taxação de 50% nas exportações do Tocantins para os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 13:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAET]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[taxação]]></category>
		<category><![CDATA[tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor Laís Giuliani Felipetto – Analista Técnica Coordenação Luiz Claudio Faria Cruz &#8211; Departamento Técnico da FAET Assunto Impacto da taxação de 50% nas exportações do Tocantins para os Estados Unidos da América. Resumo A aplicação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras imposta pelos Estados Unidos da América, com vigência prevista para 6º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table width="642">
<tbody>
<tr>
<td width="148"><strong>Autor</strong></td>
<td width="494">Laís Giuliani Felipetto – Analista Técnica</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Coordenação</strong></td>
<td width="494">Luiz Claudio Faria Cruz &#8211; Departamento Técnico da FAET</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Assunto</strong></td>
<td width="494">Impacto da taxação de 50% nas exportações do Tocantins para os Estados Unidos da América.</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Resumo</strong></td>
<td width="494">A aplicação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras imposta pelos Estados Unidos da América, com vigência prevista para 6º de agosto de 2025, poderá gerar impactos relevantes na economia nacional, como queda na receita das exportações, pressão sobre o mercado interno e redução dos preços pagos aos produtores rurais. Produtos como carne bovina, café, frutas frescas, ovos e tilápia seriam os mais afetados.</p>
<p>Os EUA são o segundo maior comprador de carne bovina brasileira (12%), atrás apenas da China (49%). Em 2024, os EUA importaram mais de US$ 2,8 bilhões em produtos de origem animal do Brasil, 50,3% desse valor corresponde à exportação de carnes, sendo que a carne bovina representa 95,7% do montante.</p>
<p>O estado do Tocantins é o 9º maior exportador de carne bovina para os EUA e o segundo da região Norte, com apenas um frigorífico habilitado para essa operação. Em 2024, o Tocantins exportou US$ 73,8 milhões em produtos de origem animal para os EUA, representando 3,8% da carne bovina brasileira destinada ao país norte-americano.</p>
<p>A imposição de tarifas reduz a competitividade da carne tocantinense nos EUA, afetando diretamente o escoamento da produção e a renda dos produtores locais. Diante disso, é essencial que o governo federal busque reverter a medida e, paralelamente, que a indústria articule novos mercados para mitigar possíveis prejuízos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Palavras-chave</strong></td>
<td width="494">Mercado, carne bovina, produção animal, indústria.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>1.      Introdução</h2>
<p><strong> </strong></p>
<p>O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, assinou no dia 30 de julho um decreto executivo que oficializa a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. A medida entra em vigor sete dias após a assinatura do decreto, ou seja, em 06 de agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os principais produtos brasileiros sujeitos à taxação estão o café, o cacau, a carne e as frutas. No entanto, alguns dos itens mais relevantes de exportação do país foram excluídos da taxação, como: artigos aeronáuticos, suco de laranja, madeira, vários insumos de madeira, celulose, minérios e petróleo (The White House, 2025). Assim, embora a taxação tenha impacto menor do que o inicialmente estimado, devido às isenções, ela ainda pode afetar de forma significativa as exportações brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A imposição da tarifa de 50% sobre os produtos de origem animal podem comprometer receitas, gerar desequilíbrios de mercado e pressionar os preços pagos aos produtores rurais (CEPEA, 2025). Os EUA são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, com 12% das exportações, sendo superado apenas pela China (49%), e os estados que mais exportam carne bovina para os EUA são São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul (MAPA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a redução das exportações, o excesso de carne bovina no mercado interno pode afetar negativamente o consumo de aves e suínos, impactando toda a cadeia da proteína animal (ABPA, 2025). Além disso, com relação à carne suína, os EUA compram 2% das exportações brasileiras (cerca de US$ 180 milhões/ano). Enquanto na cadeia de pescados, o Brasil exporta aproximadamente 1.300 toneladas de tilápia por mês para os EUA, movimentando cerca de US$ 3 milhões mensais (CEPEA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O setor de ovos possui como seu principal destino os EUA, correspondendo a mais de 60% das exportações do produto, dessa forma a taxação é extremamente complexa para o setor. No entanto, vale ressaltar que os EUA recentemente enfrentaram a gripe aviária, com consequências econômicas significativas para a população. Devido a essa situação, há a possibilidade do país recuar na implementação das medidas tarifárias, a fim de minimizar efeitos adversos adicionais na sua economia (CEPEA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) demonstraram que em junho de 2025 o volume adquirido pelos norte-americanos foi o menor desde dezembro de 2024. Além disso, que de abril para junho, os EUA diminuíram o volume importado em 29.603 toneladas, enquanto a China aumentou suas compras em 27.782 toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras em relação a maio. Como resultado, as exportações totais de carne bovina brasileira registraram o segundo melhor desempenho do ano, com aproximadamente 270 mil toneladas (MAPA, 2025). Uma parcela significativa da compensação nesse período ocorreu pelo aumento dos embarques à China, que desde fevereiro vem ampliando mensalmente suas aquisições (ABPA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, esse fluxo sinaliza que frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas em outros mercados. Com relação ao estado do Tocantins, serão analisados os principais dados de exportação para os EUA, a fim de entender os reais impactos que podem ocorrer devido à taxação de 50% nos produtos exportados para o país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2.      Dados de exportação</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os EUA é um importante parceiro comercial do Brasil, em 2024 foram exportados 7,3% dos produtos do agronegócio brasileiro para o país, sendo que os produtos de origem animal correspondem à 23,2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td width="378"><strong>Exportação do Brasil em 2024</strong></td>
<td width="151"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="378">Produtos do agronegócio</td>
<td width="151">164.304.371.138</td>
<td width="151">100%</td>
</tr>
<tr>
<td width="378">Produtos do agronegócio exportados para os EUA</td>
<td width="151">12.082.324.001</td>
<td width="151">7,3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando separado por categorias de produtos exportados, as carnes (bovina, suína, frango, miudezas e preparações, peru, ovino e caprino) correspondem a mais de 50,3% das exportações, seguido dos demais produtos dispostos na tabela abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td width="359"><strong>Produtos de origem animal exportados para os EUA em 2024</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>Total</strong></td>
<td width="142"><strong>2.802.475.113</strong></td>
<td width="151"><strong>100%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carnes</td>
<td width="142">1.411.117.011</td>
<td width="151">50,3%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Demais produtos de origem animal</td>
<td width="142">725.340.684</td>
<td width="151">25,9%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Couros, produtos de couro e peleteria</td>
<td width="142">328.205.252</td>
<td width="151">11,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Pescados</td>
<td width="142">224.289.110</td>
<td width="151">8,0%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Produtos apícolas</td>
<td width="142">78.924.429</td>
<td width="151">2,8%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Lácteos</td>
<td width="142">15.515.244</td>
<td width="151">0,6%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Ração para animais</td>
<td width="142">13.822.322</td>
<td width="151">0,5%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Animais vivos (exceto pescados)</td>
<td width="142">5.261.061</td>
<td width="151">0,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, quando segregado a categoria carnes por espécie, a carne bovina corresponde à 95,7% das exportações, sendo o produto com maior expressividade e importância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td width="359"><strong>Carnes exportados para os EUA em 2024</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>Total</strong></td>
<td width="142">1.411.117.011</td>
<td width="151">100%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne bovina</td>
<td width="142">1.350.160.505</td>
<td width="151">95,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne suína</td>
<td width="142">59.406.646</td>
<td width="151">4,2%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne de frango</td>
<td width="142">860.912</td>
<td rowspan="4" width="151">0,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Demais carnes, miudezas e preparações</td>
<td width="142">687.340</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne de peru</td>
<td width="142">1.197</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne de ovino e caprino</td>
<td width="142">411</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>3.      Dados de exportações do Tocantins</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Tocantins exportou em 2024, US$ 2.370.425.295 (dois bilhões, trezentos e setenta milhões, quatrocentos e vinte e cinco mil, duzentos e noventa e cinco dólares) para diferentes países. Com relação às exportações do Tocantins destinadas para os EUA, 100% das exportações foram de produtos de origem animal, porém representaram apenas 13,6% de todos os produtos de origem animal exportados do estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Brasil 13 estados estão aptos para exportar carne bovina para os EUA, o Tocantins ocupa a 9ª colocação entre os estados, sendo o segundo maior exportador da região Norte, atrás de Rondônia. Contudo, o volume da exportação para os EUA está concentrada em um único frigorífico habilitado, situado em Araguaína (Minerva S.A.), enquanto que, no Brasil, há um total de 57 estabelecimentos autorizados (MAPA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtos de origem animal exportados do Tocantins para os EUA são segregados em duas categorias: carnes, que correspondem a 72% da exportação, enquanto os outros 28% são referente aos demais produtos de origem animal. Dessa forma, o Tocantins é responsável pela exportação de 3,8% da carne brasileira para os EUA, sendo que a totalidade dessas exportações refere-se exclusivamente à carne bovina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, o estado do Tocantins possui outros países como importantes parceiros econômicos, sendo a China o principal mercado externo, absorvendo 43,8% das exportações tocantinenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td width="359"><strong>Produtos de origem animal do Tocantins exportados em 2024</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>Total exportado</strong></td>
<td width="142"><strong>544.066.286</strong></td>
<td width="151"><strong>100%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359">China</td>
<td width="142">238.438.210</td>
<td width="151">43,8%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>EUA</strong></td>
<td width="142"><strong>73.846.026</strong></td>
<td width="151"><strong>13,6%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Emirados Árabes Unidos</td>
<td width="142">29.534.512</td>
<td width="151">5,4%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Hong Kong</td>
<td width="142">22.443.366</td>
<td width="151">4,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Rússia</td>
<td width="142">20.019.498</td>
<td width="151">3,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Líbia</td>
<td width="142">17.168.041</td>
<td width="151">3,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Demais países</td>
<td width="142">142.616.633</td>
<td width="151">26,3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>4.      Taxas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os acordos comerciais entre Brasil e EUA eram baseados no <em>Tariff Rate Quota </em>(TRQ), instrumento de política comercial criado no âmbito da Organização Mundial Comercial (OMC), que busca equilibrar a abertura do comércio com a proteção à produção interna. Ela permite a importação de um volume limitado de produtos com tarifa reduzida, aplicando tarifa cheia apenas sobre o excedente, o que evita impactos negativos aos produtores locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso da carne bovina, por exemplo, se o Tocantins exportasse 70 mil toneladas aos EUA, 65 mil toneladas pagavam tarifa reduzida de 4%, enquanto as 5 mil toneladas excedentes pagavam a tarifa mais alta de 26,5%, ou seja, as tarifas eram aplicadas em camadas. No entanto, com a nova taxação proposta, será aplicado uma taxa de 50% além do que já é aplicado, conforme descrito no quadro abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="302"><strong>Taxação antiga para carne</strong></td>
<td colspan="2" width="350"><strong>Nova taxação para carne</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="142"><strong>4%</strong></td>
<td width="161"><strong>26,5%</strong></td>
<td width="170"><strong>4% + 50%= </strong></p>
<p><strong>54%</strong></td>
<td width="180"><strong>26,5% +50%= </strong></p>
<p><strong>76,5%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="142">Até 65 mil toneladas</td>
<td width="161">Acima de 65 mil toneladas</td>
<td width="170">Até 65 mil toneladas</td>
<td width="180">Acima de 65 mil toneladas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>5.      Conclusão</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante da imposição da tarifa de 50% sobre produtos de origem animal exportados aos Estados Unidos da América, os impactos para o Brasil podem ser significativos. Essa medida exigirá a ampliação e diversificação dos mercados de destino, a fim de garantir o escoamento da produção nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora o Brasil mantenha acordos comerciais consolidados com diversos parceiros que possuem capacidade para absorver parte dessa produção, será imprescindível uma ação coordenada entre governo e setor industrial. A fim de redirecionar os 23,2% dos produtos de origem animal brasileiros que, atualmente, são destinados à exportação dos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com relação ao estado do Tocantins, responsável por 3,8% da carne bovina exportada pelo Brasil, será igualmente necessária a ampliação de acordos e frentes comerciais. A eventual tarifação compromete a competitividade da carne tocantinense no mercado norte-americano, o que torna urgente a adoção de estratégias voltadas à diversificação de mercados, ao fortalecimento da estrutura industrial local e à intensificação da promoção comercial em outras regiões do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale ressaltar que o Tocantins possui atualmente um frigorífico habilitado para exportação para os EUA. Com isso, a taxação imposta impacta de forma direta o escoamento da produção estadual e, consequentemente, a remuneração dos produtores locais. Dessa forma, é fundamental que o governo federal atue de forma rápida na tentativa de reversão da medida tarifária e, paralelamente, que a indústria articule novos mercados para mitigar possíveis prejuízos.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>NOTA – FAET -Suspensão do financiamento do Plano Safra</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/faet/nota-faet-suspensao-do-financiamento-do-plano-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 14:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) expressa sua total indignação com a decisão da Secretaria do Tesouro Nacional de suspender, a partir de 21 de fevereiro de 2025, as novas contratações de financiamentos rurais subvencionados no âmbito do Plano Safra 2024/2025. Essa atitude intempestiva coloca em risco a continuidade da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) expressa sua total indignação com a decisão da Secretaria do Tesouro Nacional de suspender, a partir de 21 de fevereiro de 2025, as novas contratações de financiamentos rurais subvencionados no âmbito do Plano Safra 2024/2025. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">Essa atitude intempestiva coloca em risco a continuidade da produção agropecuária, compromete a segurança alimentar e ameaça a estabilidade econômica do setor. A agricultura e a pecuária são atividade que carece de planejamento estratégico e, consequentemente de ações previsíveis.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">A suspensão do crédito rural não só gera uma sensação de insegurança entre os produtores, como agrava um cenário já delicado em função da elevação dos custos dos insumos, combustíveis e das ameaças de ordem tributária. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">Muitos produtores ainda estão colhendo a safra atual sem clareza ainda dos resultados que serão obtidos, sobretudo com a comercialização da primeira safra. Outros estão iniciando a segunda safra, contando com novos recursos a serem contratados. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">A suspensão de novos financiamentos prejudica toda a cadeia produtiva e representa uma série ameaça à nossa segurança alimentar, ao equilíbrio dos preços dos alimentos e ao abastecimento geral do pais. Retirar o apoio governamental nesse momento é um golpe impiedoso.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">O agronegócio é um dos pilares da economia nacional, responsável por gerar empregos, impulsionar exportações e garantir alimentos acessíveis para toda a população. O governo federal tem uma responsabilidade inegável em assegurar o financiamento necessário para que o setor continue a desempenhar seu papel vital. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">A escassez de recursos para a equalização de juros afeta diretamente a competitividade do setor, tornando-o ainda mais vulnerável a crises.</span></p>
<p align="justify"><a name="_GoBack"></a><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;"> A FAET aguarda uma resposta imediata do Governo Federal, por meio de suas diversas instâncias, a esse clamor do setor rural, que exige a retomada da liberação de crédito do Plano Safra. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">O que está em jogo não é apenas a sobrevivência do setor agropecuário, mas também o futuro da economia tocantinense e brasileira como um todo. Não podemos permitir que uma decisão equivocada e desastrosa prejudique de forma irreversível os produtores rurais e a nação.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">Vamos continuar nossa luta incansável em defesa dos produtores rurais, cobrando ações imediatas e concretas que restabeleçam o crédito rural e garantam a prosperidade do setor, essencial para o Brasil.</span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">Paulo Carneiro</span></strong></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 18px;">Presidente</span></strong></p>
<p align="center">
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>FAET e entidades do agro fazem nova discussão de demandas com o Governo do Tocantins</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/faet/faet-e-entidades-do-agro-fazem-nova-discussao-de-demandas-com-o-governo-do-tocantins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 20:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Em resposta à uma lista de demandas do agro organizada pela FAET, OCB/TO, Aprosoja, ADSTO e Associação Novilho Precoce, o Governo do Tocantins promoveu uma nova reunião para apresentar respostas, planos de ação e outras iniciativas para atender às questões apresentadas pelas lideranças de produtores rurais do estado. Conduzida pelo secretário da Agricultura, Jaime Café, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta à uma lista de demandas do agro organizada pela FAET, OCB/TO, Aprosoja, ADSTO e Associação Novilho Precoce, o Governo do Tocantins promoveu uma nova reunião para apresentar respostas, planos de ação e outras iniciativas para atender às questões apresentadas pelas lideranças de produtores rurais do estado.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2811 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/07-1-1024x768.jpg" alt="" width="780" height="585" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/07-1-1024x768.jpg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/07-1-300x225.jpg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/07-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Conduzida pelo secretário da Agricultura, Jaime Café, a reunião contou com apresentações realizadas pelos secretários estaduais e presidentes de órgãos públicos do estado tratando dos 39 tópicos com as demandas do setor, que compõe o documento encaminhado pelas entidades ao Governo do Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o presidente da FAET, Paulo Carneiro, o momento serviu para consolidar a relação de diálogo e transparência que o executivo estadual está tendo com o agro tocantinense. “Desde o início temos defendido que só uma conversa franca e direta do governo com as entidades é que vai permitir que nossas demandas avancem. Foi mais um passo importante e saímos otimistas que estamos no caminho certo para beneficiar nossos produtores rurais”, disse o presidente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-2809 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/04-1-1024x682.jpg" alt="" width="780" height="519" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/04-1-1024x682.jpg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/04-1-300x200.jpg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/faet/wp-content/uploads/2025/02/04-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>QUESTÕES AMBIENTAIS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira apresentação da reunião foi feita pelo secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lélis. Ele defendeu que o programa de crédito de carbono já está gerando benefícios para o setor, uma vez que recursos estão sendo destinados a ações que vão agilizar a efetivação das inscrições do CAR (Cadastro Ambiental Rural), que dependem de análise, e dos licenciamentos ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o novo presidente do Naturatins, Cledson Lima, em resposta às cobranças dos produtores, apresentou um plano de ação pra agilizar os processos, modernizar a estrutura e tornar o trabalho no órgão uma referência nacional. Ele disse estar buscando alternativas como a terceirização das análises do CAR para dar celeridade ao trabalho. O Naturatins tem cerca de 90 mil processos do cadastro para serem analisados e apenas oito servidores para essa atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também deram explicações aos produtores o secretário da fazenda, Júlio Edstron, que prometeu dar posição mais detalhada sobre os assuntos em breve, o novo secretário estadual de Segurança Pública, Bruno Azevedo, que discorreu sobre as ações de enfrentamento à criminalidade no meio rural e a procuradora geral do estado, Irana Coelho, que tratou do processo que busca resolver a situação das propriedades rurais que aguardam a regularização fundiária, sobretudo na região do Bico do Papagaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Novas reuniões setorizadas devem ser realizadas para tratar de outros temas como, a recuperação e manutenção das rodovias estaduais e estradas vicinais. Jaime Café informou ainda que o governador Wanderlei Barbosa determinou que a ação seja permanente para que a atual gestão resolva o máximo possível de demandas do setor, como forma de garantir segurança jurídica aos produtores tocantinenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente da FAET esteve na reunião acompanhado da superintendente do Senar, Rayley Luzza, do assessor de Relações Institucionais do sistema FAET/Senar, Luiz Cláudio Faria e dos presidentes de sindicatos rurais: Rogério Moraes (Paraíso), Francisco Tozzatti (Dois Irmãos), João Victor Stival (Gurupi), Simone Sandri, (Pedro Afonso), Carlos Ribeiro (Araguaçu) e Wagner Borges (Araguaína).</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>FAET elogia escolha do novo presidente da Naturatins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 18:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro parabenizou o governador Wanderlei Barbosa pela nomeação do engenheiro ambiental Cledson da Rocha Lima para o cargo de presidente do Naturatins. &#160; Ex-conselheiro da FAET nas pautas ambientais, o novo titular da pasta tem reconhecida atuação no setor e é um profundo conhecedor do tema e das demandas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro parabenizou o governador Wanderlei Barbosa pela nomeação do engenheiro ambiental Cledson da Rocha Lima para o cargo de presidente do Naturatins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ex-conselheiro da FAET nas pautas ambientais, o novo titular da pasta tem reconhecida atuação no setor e é um profundo conhecedor do tema e das demandas dos produtores rurais tocantinenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Ficamos felizes com essa escolha, defendemos o nome do Cledson junto ao governador porque a área carecia de um técnico experiente como ele que fosse comprometido em resolver um dos maiores gargalos do nosso setor que são as questões ambientais relativas ao agro”, destacou o presidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Paulo Carneiro, Cledson da Rocha Lima tem a experiência necessária para implantar as mudanças que podem tornar o Naturatins um órgão mais ágil e eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele destacou a preocupação com os processos de licença ambiental, a análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e os planos de manejo das áreas de proteção ambiental que precisam de solução para não prejudicar o desenvolvimento da atividade agropecuária no Tocantins.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>FAET reúne segmento produtivo para discutir rumos da proposta de ZEE para o Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 15:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de discutir caminhos para a definição urgente do zoneamento ecológico-econômico do Estado do Tocantins (ZEE), a FAET (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins) reuniu representantes do setor produtivo, de órgãos estaduais ligados ao setor e da Assembleia Legislativa. &#160; “Muitos projetos de investimento no nosso estado dependem de regras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Com o objetivo de discutir caminhos para a definição urgente do zoneamento ecológico-econômico do Estado do Tocantins (ZEE), a FAET (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins) reuniu representantes do setor produtivo, de órgãos estaduais ligados ao setor e da Assembleia Legislativa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<span style="font-size: medium;">Muitos projetos de investimento no nosso estado dependem de regras claras para que eles possam ser viabilizados. O tempo está passando e a indefinição está gerando insegurança jurídica e afugentando quem quer investir no nosso estado”, explicou o presidente da FAET, Paulo Carneiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">A reunião contou com a presença de representantes da Secretaria Estadual da Agricultura, da Aprosoja, da Organização das Cooperativas do Tocantins (OCB/TO), da Associação de Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (ADSTO), da Associação Tocantinense do Novilho Precoce (ATNP), Cooperativa Frísia e de empresas do setor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">O convidado especial foi o presidente da Assembleia, Amélio Cayres. “Estamos aqui pra ouvir o setor, da mesma forma que vamos ouvir os técnicos do governo. Precisamos construir um caminho que atenda ao interesse tanto do agronegócio como do setor ambiental”, afirmou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">A ZEE é um instrumento estratégico de planejamento e gestão territorial e é essencial para orientar o desenvolvimento ambiental, social e econômico do estado, considerando suas potencialidades e vulnerabilidades naturais e socioeconômicas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a name="_GoBack"></a><strong> <span style="font-size: medium;">AGILIDADE E DESENVOLVIMENTO</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">Na reunião, a FAET e a Seagro apresentaram um panorama do projeto que está em discussão na Comissão Estadual de Meio Ambiente (COEMA). A preocupação é garantir que o regramento esteja em consonância com a legislação federal, mas que não gere novos obstáculos ao agronegócio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<span style="font-size: medium;">Temos casos de produtores que adquiriram propriedades rurais no estado e que não conseguem produzir porque não conseguem uma licença. E outros que já desistiram de investir aqui porque encontraram barreiras legais ou não tiveram segurança jurídica necessária”, destacou Marcelo Lavazotti, gerente executivo da Frísia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">O presidente da ADSTO, Arnardino dos Santos Gabriel, também relatou situações parecidas. Para ele, por conta da falta de definição nas legislações e da ausência de plano de manejo das APAs (Áreas de Proteção Ambiental), quem tem terras nessas áreas vive um dilema: produzir com insegurança ou desfazer de seus bens correndo risco de terem prejuízo com a desvalorização de suas propriedades.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">A presidente da Aprosoja, Caroline Barcelos, também reforçou a preocupação do setor. Segundo ela, o Tocantins deixou de receber um grande investimento na área de produção de algodão por conta da falta de legislação clara. “Por conta da rastreabilidade que já é feita no algodão, o produtor não quer arriscar de produzir aqui e correr o risco depois de ver sua produção ficar sem mercado porque é oriunda de uma área onde há conflitos legais”, afirmou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">Fernando Penteado, da Novilho Precoce TO, também manifestou preocupação com as indefinições legais. Para ele, num ambiente de insegurança tanto jurídica como ambiental, os produtores rurais estão revendo seus investimentos no Tocantins. “A gente tem visto muitos problemas acontecendo, como um produtor de Goiás que estava pra fechar negócio numa terra e desistiu quando soube dos impasses legais”, contou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<span style="font-size: medium;">Buscamos um entendimento que atenda às preocupações ambientais no Tocantins, mas que garanta condições para que o agro continue crescendo no nosso estado, para isso, penso que basta que a gente siga a legislação que já existe no Brasil”, disse Jaime Café, secretário de Agricultura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">O presidente Paulo Carneiro afirmou que já recebeu do governador Wanderlei Barbosa a garantia que de o estado está empenhado em resolver essas demandas. “Agora precisamos fazer com que as áreas técnicas se entendam e finalizem seus trabalhos para que o projeto da ZEE seja encaminhado à Assembleia para apreciação e aprovação, encerrando essa história de uma vez por todas, porque o Tocantins precisa continuar crescendo e se desenvolvendo”, afirmou. </span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>FAET RECEBE SENADORES DORINHA E EDUARDO GOMES PARA TRATAR DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:27:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[“Considero esse momento histórico para nós, da Federação, poder receber ao mesmo tempo dois senadores tocantinenses que têm lutado muito pelo agro do nosso estado, para discutir os assuntos de interesse do nosso setor, em especial a questão da regularização fundiária com a transferência das terras da União para o Tocantins, tema que é primordial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Considero esse momento histórico para nós, da Federação, poder receber ao mesmo tempo dois senadores tocantinenses que têm lutado muito pelo agro do nosso estado, para discutir os assuntos de interesse do nosso setor, em especial a questão da regularização fundiária com a transferência das terras da União para o Tocantins, tema que é primordial para o avanço do setor agropecuário”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As palavras são do presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, ao avaliar o resultado da reunião que foi realizada na sede da instituição, em Palmas, que contou ainda com a presença do presidente da ADSTO (Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins), Arnardino dos Santos Gabriel, além de superintendentes e diretores do sistema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A coordenadora da bancada federal do Tocantins no Congresso, senadora Dorinha Seabra e o senador Eduardo Gomes, informaram que foi negociada uma saída administrativa para agilizar o processo de regularização de propriedades rurais que foram tituladas pelo estado em terras da União. Para efetivar a iniciativa, um Acordo de Cooperação Técnica deve ser assinado pelo Governo do Estado e Governo Federal para viabilizar as ações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor de projeto de lei que trata do assunto, o senador Eduardo Gomes disse que todos os esforços estão sendo feitos para dar agilidade ao processo que resgataria a segurança jurídica de quem investe no campo. “É um momento histórico que foi articulado pela bancada e também pelo governador Wanderlei Barbosa para que os produtores, do pequeno ao grande, possam trabalhar com tranquilidade. Somos um dos três estados onde o agro mais cresce no Brasil e precisamos garantir que o setor tenha condições de continuar crescendo”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Coordenadora da bancada federal e relatora do projeto sobre a transferência de terras da União ao Tocantins, a senadora Dorinha destacou que dois mutirões deverão ser realizados ainda este ano na região norte do estado, onde se concentra o maior volume de propriedades rurais com a documentação pendente. “A intenção é tornar o formato que está sendo pensado para o Tocantins como um modelo de regularização que possa ser replicado para outros estados”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a senadora, já existem 4.239 parcelas rurais já georreferenciadas que poderão ser alvo desta etapa da regularização. Para isso, os senadores informaram que o Governo do Tocantins deverá fazer os investimentos necessários, tanto em pessoal como estrutura, para garantir condições técnicas para o Itertins (Instituto de Terras do Tocantins) realizar as contrapartidas necessárias e permitir que a regularização seja ágil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro ponto destacado pelos senadores e que faz parte do acordo com o Governo Federal é que nenhuma propriedade rural será alvo de desapropriação durante esse processo de regularização e que o produtor rural não terá qualquer tipo de sobrecarga de custos para que os títulos definitivos de suas propriedades sejam finalmente liberados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>APA CANTÃO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na reunião, os senadores também manifestaram apoio à iniciativa da ADSTO e FAET que quer que o Governo do Estado viabilize a revisão do plano de manejo da APA do Cantão. O assunto dos limites para a exploração sustentável dentro dos nove municípios que compõem a área de proteção ambiental tem sido debatido na CESJUCAF &#8211; Centro de Solução de Conflitos Ambientais do Tribunal de Justiça do Tocantins.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema FAET/Senar apresenta programa de crédito da CNA e novos serviços do Senar Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 14:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[“Foi uma reunião muito produtiva onde procuramos apresentar ações que o sistema está realizando, apoiando também o trabalho dos presidentes de sindicato em suas bases”. Esta foi a avaliação do presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, da reunião promovida na sede da entidade em Palmas. &#160; O Sistema reuniu presidentes de sindicatos rurais e convidados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18px;">“Foi uma reunião muito produtiva onde procuramos apresentar ações que o sistema está realizando, apoiando também o trabalho dos presidentes de sindicato em suas bases”. Esta foi a avaliação do presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, da reunião promovida na sede da entidade em Palmas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">O Sistema reuniu presidentes de sindicatos rurais e convidados para apresentar o CNA Fiagro, um Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais, destinado a produtores rurais atendidos pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">A iniciativa tem como objetivo enfrentar os desafios impostos pelos sistemas tradicionais de financiamento, marcados por burocracia excessiva, exigências de garantias entre outros. “É mais uma alternativa para o produtor rural realizar investimentos ou garantir o custeio de sua atividade”, explicou Rayley Luzza, superintendente do Senar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Segundo o consultor da CNA, Cristiano Nassif, que fez apresentação da nova linha de crédito, o CNA Fiagro não concorre com as outras modalidades de crédito existentes no mercado e oferece mais agilidade aos processos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">O Tocantins e mais sete estados foram escolhidos pela CNA para a experiência desta nova iniciativa que está aportando recursos para custeio e investimentos que possam proporcionar melhorias nas atividades desenvolvidas no campo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">O CNA Fiagro foi o principal assunto da reunião que o Sistema FAET/Senar realizou com os presidentes de sindicatos rurais do estado. Também foram tratados de questões como as novas iniciativas do Senar no Tocantins e a atuação da FAET junto às comissões que participa tanto no Estado como na esfera federal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;"><strong>PROPOSTA INOVADORA</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">A nova linha de crédito vai disponibilizar recursos a produtores assistidos pelo Senar que variam de R$ 30 mil a R$ 300 mil a uma taxa anual de 15%, sem custos adicionais e com prazo de até 12 meses para pagar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Para o presidente do Sindicato Rural de Dois Irmãos, Francisco Tozzatti, a proposta surge com muita ousadia. “O Fiagro resgata um dos princípios que norteavam as relações comerciais, sobretudo no meio rural e que parecem estar desaparecendo nos dias atuais: a confiança”, elogiou o líder rural.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Para Simone Sandri, presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso, a pauta da reunião foi extremamente positiva. “Foi uma reunião propositiva e nós, presidentes, voltamos aos nossos municípios com muitos benefícios que o produtor pode ter, reforçando nosso trabalho junto às nossas bases, juntamente com a FAET e a CNA”, destacou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;"><strong>SENAR SERVIÇOS</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">O Senar também está com outras iniciativas em andamento, como o &#8220;Senar pra Elas&#8221;, voltado para o fortalecimento da presença feminina no campo e o programa &#8220;Saúde no Campo&#8221;, com atuação prevista para a região sudeste, em apoio à promoção da saúde no meio rural.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Além disso, o Senar anunciou que contará com cerca de 270 técnicos de campo até o fim do ano para elevar o número de assistidos pela entidade de 4 mil para 8 mil produtores rurais. O projeto “Expansão ATEG” já está em curso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Outra novidade apresentada pela superintendente do Senar, Rayley Luzza e equipe foi o programa Senar Serviços, que incialmente irá beneficiar produtores de Gurupi e região. A iniciativa tem como objetivo preparar as grandes propriedades rurais para atender às exigências legais e dos mercados internacionais nas áreas social, ambiental e de governança.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">“O Tocantins está inserido na pauta das principais iniciativas da CNA e do Senar Central por conta do prestígio que o sistema FAET/Senar e o presidente Paulo Carneiro tem hoje e do compromisso com os interesses dos produtores rurais do estado”, afirmou a superintendente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Ela adiantou ainda que para fortalecer as cadeias produtivas do Tocantins, serão realizadas mais quatro novas missões técnicas, tanto no Brasil como no exterior, numa parceria do Senar Tocantins com o Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC´s) por meio do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDE).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">Na reunião, a assessoria técnica da FAET também apresentou um balanço da atuação da FAET à frente de diversas comissões ligadas ao agro tanto no estado como no governo federal. A atuação firme da entidade tem garantido que pautas importantes do setor sejam apreciadas e discutidas com mais agilidade e que questões que afetam o setor sejam devidamente debatidas e ajustadas para não prejudicar a atividade no campo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18px;">O assessor de Relações Institucionais da FAET, Luiz Cláudio Faria e o conselheiro da FAET em comissões da área ambiental, Cledson da Rocha, deram exemplos da importância da atuação da entidade como na discussão do projeto de compensação de reservas legais e do Zoneamento Econômico do Estado (ZEE), além do debate em torno do plano de manejo da APA do Cantão entre outros.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sucesso do AgroForte marca edição da ExpoAgro em Dois Irmãos</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/faet/sucesso-do-agroforte-marca-edicao-da-expoagro-em-dois-irmaos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 20:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[Auditório lotado, intensa participação do público e muito debate sobre temas de interesse dos produtores e produtoras rurais de Dois Irmãos e região. Este foi o cenário da primeira edição do AgroForte durante a EXPOAGRO de Dois Irmãos. O evento foi mais uma iniciativa do Sistema FAET/Senar e do Sindicato Rural do município, com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Auditório lotado, intensa participação do público e muito debate sobre temas de interesse dos produtores e produtoras rurais de Dois Irmãos e região. Este foi o cenário da primeira edição do AgroForte durante a EXPOAGRO de Dois Irmãos. O evento foi mais uma iniciativa do Sistema FAET/Senar e do Sindicato Rural do município, com o apoio do Ministério da Agricultura e do Governo Federal.</p>
<p align="justify">No primeiro dia, os participantes do evento acompanharam apresentações sobre o Mercado de Crédito de Carbono, com o representante da Earth Innovation (Instituto Inovação para a Terra), Warley Rodrigues. E também foram atualizados da situação que envolve a reformulação do Plano de Manejo da APA do Cantão (Área de Proteção Ambiental), com o engenheiro agrícola, Felipe de Azevedo Marques. “Mostramos aos produtores que a região precisa de um plano de manejo que garanta condições para uma produção sustentável com preservação ambiental”, afirmou.</p>
<p align="justify">Também no primeiro dia, o AgroForte tratou de energia no campo. Os produtores conheceram formas para a prevenção de acidentes com redes elétricas rurais e também ações que precisam ser desencadeadas no tempo certo para evitar que as queimadas prejudiquem o fornecimento de energia. A Coordenadora de Saúde e Segurança da Energisa, Luciane Santos e o Técnico de Segurança da empresa, Samuel Carvalho, fizeram esclarecimentos e tiraram dúvidas dos produtores. A iniciativa é parte de uma parceria da FAET com a Energisa.</p>
<p align="justify">MULHERES EM DESTAQUE</p>
<p align="justify"><a name="_GoBack"></a>O segundo dia do AgroForte foi todo dedicado às mulheres. O principal convidado foi o consultor baiano Fábio Rocha, especialista em gestão de pessoas. Ele destacou a participação feminina nas posições de comando na área rural, que é cada vez mais comum. Segundo ele, o ganho com a presença feminina é notório. “As mulheres têm uma habilidade que costuma se destacar quando estão na gestão de uma empresa, a facilidade em lidar com as pessoas. E gerir recursos humanos com eficiência é um diferencial”, afirmou.</p>
<p align="justify">Na programação ainda contou uma roda de conversa onde produtoras rurais deram depoimentos sobre suas trajetórias, compartilhando experiências. E também o evento teve um momento motivacional com o palestrante Omar Hennemann. “Foi uma tarde maravilhosa, muito rica em conhecimento e para networking das produtoras”, afirmou a produtora Verena Weicher Potulski. “Para nós foi muito gratificante conhecer experiências de outras produtoras que enfrentam desafios como todas nós”, disse a produtora Caroline Van Riel.</p>
<p align="justify">“Agradecemos o sistema FAET/Senar pelo apoio a esse evento e por acreditar que seríamos capazes de fazer esta entrega. Fortalecemos vínculos e certamente vamos caminhar mais juntas”, afirmou Larlla Veruska Tozzatti, coordenadora do “Senar para Elas”, durante o AgroForte de Dois Irmãos. Para a Dir. do DEPPS do Senar, Klísia Oliveira, o evento foi um sucesso e o “Senar cumpriu o seu papel de levar conhecimento e estimular a organização e participação das mulheres no agronegócio do nosso estado”, destacou.</p>
<p align="justify">Para o presidente do SR de Dois Irmãos, Francisco Tozzatti, o AgroForte enriqueceu a programação da 22ª edição da Expoagro do município e cumpriu o propósito de promover um momento para os produtores, produtoras e suas famílias um momento para conhecimento e atualização de informações sobre o exercício da atividade produtiva no campo. “Ficamos felizes com a casa cheia e só temos a agradecer os parceiros, o sistema FAET/Senar e a todos que nos apoiaram”, ressaltou.</p>
<p align="justify">O AgroForte é uma iniciativa do Sistema FAET/Senar e Sindicatos Rurais, com o apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e Governo Federal. O evento também conta com a parceria do Sebrae e do Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços.</p>
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		<title>Em reunião do comitê do fogo FAET detaca danos à produção no campo com as queimadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 14:43:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro participou da reunião do Comitê de Crise de Combate às Queimadas no Estado, o Comitê do Fogo. Na ocasião, ele destacou a importância do enfrentamento a esse problema que tem causado muitos danos aos produtores rurais em função da destruição tanto de áreas de pastagens como de cultura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro participou da reunião do Comitê de Crise de Combate às Queimadas no Estado, o Comitê do Fogo. Na ocasião, ele destacou a importância do enfrentamento a esse problema que tem causado muitos danos aos produtores rurais em função da destruição tanto de áreas de pastagens como de cultura e até mesmo de áreas de preservação permanente.</p>
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<p>“O Senar já formou mais de 300 brigadistas em seus cursos e podemos contribuir com a formação de mais profissionais tanto nas fazendas como nos municípios. O produtor é mais interessado em cuidar para que o fogo não chegue em nossas propriedades”, disse o presidente.</p>
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<p>Comandada pelo governador Wanderlei Barbosa, a reunião contou com a presença dos comandantes das áreas militares, da Defesa Civil, das secretarias de Meio Ambiente, Agricultura entre outras e entidades do setor privado, como a FAET.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na ocasião, o governador anunciou a contratação de novos brigadistas para enfrentar os crescentes focos de incêndio no Tocantins. Foram mais de 8 mil incêndios já registrados no estado. “Estamos enfrentando uma situação crítica, impulsionada por condições climáticas adversas e atividades humanas. A contratação de mais brigadas é crucial para lidar com essa urgência”, explicou Wanderlei Barbosa.</p>
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<p>O comitê se reuniu de portas fechadas, mas o governo do Tocantins enfatizou que a intenção foi concentrar no trabalho de planejamento de ações imediatas e a alocação de recursos para o combate e a prevenção de incêndios no estado, com o objetivo de promover uma abordagem mais forte e coordenada para a proteção do meio ambiente e da saúde pública no Tocantins.</p>
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		<title>Faet prestigia edição do programa “Rota da Pecuária”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:25:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins &#8211; FAET marcou presença em mais uma edição do programa “Rota Pecuária” da Secretaria Estadual da Agricultura. &#160; Representando o presidente da Faet, Paulo Carneiro, o assessor de Relações Institucionais do Sistema Faet/Senar, Luiz Cláudio Faria, esteve no evento realizado na Agropecuária “São Gabriel”, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins &#8211; FAET marcou presença em mais uma edição do programa “Rota Pecuária” da Secretaria Estadual da Agricultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Representando o presidente da Faet, Paulo Carneiro, o assessor de Relações Institucionais do Sistema Faet/Senar, Luiz Cláudio Faria, esteve no evento realizado na Agropecuária “São Gabriel”, em Marianópolis, no Vale do Araguaia.</p>
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<p>“Parabenizamos a organização do evento por trazer assuntos direcionados às necessidades dos produtores da região e também pela oportunidade da FAET mostrar o que tem feito em defesa dos produtores”, afirmou.</p>
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<p>Diversificação</p>
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<p>O “Rota Pecuária” propaga conhecimentos aos produtores da região, apresenta casos de sucesso em produtividade, aborda temas como sustentabilidade, proteção ao meio ambiente e diversificação.</p>
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<p>Para o diretor de Agricultura, Pecuária e Agronegócio da Seagro (Secretaria Estadual da Agricultura), José Américo Vasconcelos, nesta 3a. edição do programa estão sendo visitadas propriedades que se destacam na atividade.</p>
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<p>“Estamos mostrando que o Tocantins tem tecnologia de ponta na atividade e ela está à disposição dos produtores. O Rota Pecuária vem oportunizar esses conhecimentos para que o produtor conheça, troque experiências e avalie o quê e como as tecnologias podem ser empregadas na sua propriedade”, disse o diretor.</p>
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<p>Para Dino Gabriel, proprietário da Agropecuária “São Gabriel”, o evento engrandece o esforço de toda a família e colaboradores que atuam nos negócios e também proporciona relacionamentos que são estratégicos.</p>
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<p>Segundo ele, a troca de conhecimentos “dentro e fora da porteira” permite que os parceiros, as entidades do setor rural e os órgãos do governo conheçam as demandas da atividade e suas potencialidades. O produtor também destacou a necessidade de diversificar.</p>
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<p>“Um projeto no campo corre riscos e tem muitas variáveis. Quando diversifica, o produtor consegue otimizar custos, mitigar riscos. Diversificar e descobrir potencialidade na propriedade em várias áreas é hoje uma necessidade para sobrevivência no meio”, destacou.</p>
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