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	<title>Agrononegócio &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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	<title>Agrononegócio &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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		<title>Sistema FAET/SENAR apresenta balanço anual de ações em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danielly Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 20:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[FAET]]></category>
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					<description><![CDATA[“2025 foi mais um ano de muita entrega do sistema. Um ano em que o Sistema FAET/SENAR esteve ao lado do produtor rural, defendendo seus interesses, levando conhecimento, assistência técnica e ajudando a movimentar a economia dos municípios tocantinenses” &#160; As palavras são do presidente do Sistema FAET/SENAR, Paulo Carneiro, ao resumir o balanço das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“2025 foi mais um ano de muita entrega do sistema. Um ano em que o Sistema FAET/SENAR esteve ao lado do produtor rural, defendendo seus interesses, levando conhecimento, assistência técnica e ajudando a movimentar a economia dos municípios tocantinenses”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As palavras são do presidente do Sistema FAET/SENAR, Paulo Carneiro, ao resumir o balanço das ações realizadas ao longo do ano. Em 2025, a atuação integrada da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (FAET) e do Senar Tocantins gerou resultados expressivos nas áreas de representação institucional, assistência técnica, qualificação profissional rural e desenvolvimento regional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FAET</p>
<p>Um dos exemplos mais visíveis desse impacto foi o apoio da FAET à realização de 32 exposições agropecuárias em diferentes regiões do estado. Os eventos movimentaram R$ 818.420.375,45 e reuniram um público total de 976.607 pessoas, evidenciando a relevância das feiras para a economia local, a geração de negócios e o fortalecimento dos municípios tocantinenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na representação institucional, a FAET atuou de forma estratégica em pautas estruturantes para o agro do Tocantins. Destacam-se as contribuições técnicas e jurídicas no debate do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE-TO), que resultaram na retirada do projeto de pauta para rediscussão e no início de um trabalho conjunto com o Executivo estadual para aprimoramento do texto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Federação também liderou a reativação da Câmara Setorial do Leite, assumindo a presidência, revisando o planejamento estratégico, criando grupos de trabalho e ampliando discussões sobre financiamento, pesquisa e o Projeto Mais Leite Saudável. Em pautas ambientais e tributárias, a FAET participou da aprovação de diretrizes para uso de recursos do FUEMA (Fundo Estadual do Meio Ambiente), defendeu a redução de tributos sobre a produção, acompanhou debates sobre a rastreabilidade bovina e realizou manifestações em defesa dos interesses do setor produtivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda no campo institucional, a FAET atuou na regularização ambiental, atendendo cerca de 800 produtores rurais em 15 municípios por meio do RETIFICAR, e avançou no diálogo com a concessionária de energia elétrica, resultando na formalização de um Termo de Cooperação Técnica com a Energisa, atualmente em fase final de validação. A Federação também desenvolveu estudos técnicos sobre o Valor da Terra Nua Tributável (VTNT), para fins de ITR (Imposto Territorial Rural), contribuindo com dados estratégicos para subsidiar políticas públicas e decisões institucionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o assessor de Relações Institucionais, Luiz Claudio Faria, 2025 marcou o início de um novo ciclo no Departamento Técnico da FAET, a partir de uma reestruturação interna e da organização de processos. “Conseguimos qualificar nossa atuação técnica. A partir disso, estruturamos a captação e a sistematização de dados e passamos a acompanhar de forma mais consistente os temas que impactam diretamente o setor produtivo”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Esse novo formato nos permitiu participar de maneira efetiva das pautas relevantes para o agro, com presença técnica em conselhos, câmaras e fóruns, contribuindo para a defesa do produtor rural em temas ambientais, econômicos, trabalhistas e institucionais. O saldo de 2025 é de organização, presença e resultado. Encerramos o ano mais preparados, mais informados e mais atuantes, com uma base sólida para avançar ainda mais em 2026”, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SENAR</p>
<p>A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar apresentou crescimento significativo em 2025. O programa ampliou o atendimento de 7.200 propriedades em 2024 para mais de 8 mil em 2025. Outro dado expressivo aponta que até dezembro foram mais de 50 mil visitas técnicas aos produtores rurais em todo o estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o diretor de Assistência Técnica, Fabrício Vasconcelos, o setor alcançou a marca de 220 técnicos de campo, que permite ampliar os serviços no próximo ano. “Além disso, mais de 150 técnicos, instrutores e supervisores foram capacitados durante a Jornada Tecnológica do Programa Agronorte, fortalecendo a qualidade da assistência técnica prestada aos produtores rurais”, pontuou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Departamento de Formação Profissional Rural e Promoção Social (DEPPS) consolidou avanços importantes na qualificação de produtores e trabalhadores rurais. Ao todo, em parceria com os sindicatos rurais, foram realizadas 1.605 ações, beneficiando quase 30 mil pessoas, o que representa um crescimento de 26,7% no número de ações e de 9,7% no número de atendidos em relação ao ano anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A maior parte dos participantes esteve envolvida em cursos de Formação Profissional Rural, com destaque para capacitações em operação de drones, informática básica, mecanização agrícola e classificação de grãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Programa Saúde no Campo, que promove a saúde de produtores atendidos pela ATeG, de seus familiares e de trabalhadores rurais por meio de visitas domiciliares, telessaúde e ações educativas, também se destacou em 2025. Foram 2.143 produtores e trabalhadores atendidos, 851 propriedades beneficiadas e 2.390 visitas realizadas em cerca de 40 municípios das regiões Sudeste, Sul e Bico do Papagaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a superintendente do Senar Tocantins, Rayley Luzza, os números refletem o avanço consistente do trabalho realizado ao longo do ano. “Quando olho para os números de 2025, fica muito claro o quanto conseguimos avançar. Esse foi um ano em que superamos 2024, que já tinha sido um ano de muitas ações, o que torna esse resultado ainda mais significativo. Cada ação realizada representou alguém aprendendo, se qualificando e abrindo novas oportunidades. Encerramos 2025 com a certeza de que ampliamos nosso alcance e seguimos transformando vidas”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já a diretora de Educação Profissional Rural e Promoção Social do Senar, Klísia Oliveira, “os números de 2025 representam muito mais do que crescimento. Eles mostram o impacto direto do Senar na vida dos produtores, trabalhadores rurais e de suas famílias. Cada atendimento, cada curso e cada visita técnica refletem o nosso compromisso com a transformação do campo”, finalizou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mulheres fortalecem protagonismo no campo durante seminário na Agrotins 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danielly Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 17:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[FAET]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotins]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotins 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sistema FAET/Senar/Sindicatos, em parceria com a Câmara de Mulheres Empreendedoras e Gestoras da Fecomércio-TO, realizou a terceira edição do Seminário de Mulheres do Agro. &#160; O evento foi destaque no terceiro dia da programação do estande do sistema na 25ª Agrotins, reforçando a importância da atuação feminina no agronegócio tocantinense. &#160; O destaque foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema FAET/Senar/Sindicatos, em parceria com a Câmara de Mulheres Empreendedoras e Gestoras da Fecomércio-TO, realizou a terceira edição do Seminário de Mulheres do Agro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O evento foi destaque no terceiro dia da programação do estande do sistema na 25ª Agrotins, reforçando a importância da atuação feminina no agronegócio tocantinense.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O destaque foi a comunicadora Sirlei Benetti, que fez palestra com o tema “Você nasceu pra dar certo”. Mentora em comunicação, ela promove palestras e cursos com o intuito de promover prosperidade.</p>
<figure id="attachment_5150" aria-describedby="caption-attachment-5150" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5150" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.07.59-4-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.07.59-4-300x200.jpeg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.07.59-4-1024x683.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-5150" class="wp-caption-text">A comunicadora e mentora Sirlei Benetti conversou sobre emponderamento femino/Imagem: divulgação</figcaption></figure>
<p>“A mulher é um avião, que pra decolar precisar estar contra o vento, as críticas; agora tem que cuidar do peso das malas, as sujeirinhas que tem dentro de nós e que precisam ser eliminadas” disse ela, fazendo analogia com as mágoas e dores que a mulher guarda no coração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seminário reuniu lideranças femininas de diferentes regiões e setores, em um painel mediado por Amanda Costa, com a presença de Mônica Leite (Grupo D@mas do Campo), Maria de Fátima de Jesus (CMEG/Fecomércio-TO e ATOS), Inara Machado (AMA), Rayley Luzza (Senar-TO), Gisele Mota (FABIPAS), Clenner Maria (UMACRE) e Lívia Rocha (Grupo Terra Boa).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o painel, Mônica Leite destacou a importância da capacitação de jovens para garantir a continuidade das atividades no campo. Maria de Fátima ressaltou o papel das entidades na articulação de mulheres empreendedoras, independentemente de suas áreas de atuação. “Ser mãe e empresária é uma oportunidade de transformar o mundo que queremos para nós”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inara Machado emocionou o público ao compartilhar sua trajetória ao lado do marido, com quem construiu uma história de parceria no agro. “Queremos ser companheiras, não superiores. Por isso, maridos, apoiem suas esposas”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A superintendente do Senar Tocantins, Rayley Luzza, destacou os avanços da presença feminina no sistema e relembrou os desafios enfrentados ao longo de seus 30 anos de atuação. “Hoje temos uma gestão inclusiva, que valoriza o papel da mulher no campo”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gisele Mota compartilhou sua experiência à frente de uma empresa do setor laticinista, iniciada ainda na adolescência e que hoje conta com 70 colaboradores. Clenner Maria relatou sua transição da atividade cartorária para o agronegócio e os desafios da gestão financeira na área rural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já Lívia Rocha falou sobre a migração do meio urbano para o campo e defendeu uma gestão mais humanizada, com o olhar feminino. “Mesmo com medo, siga em frente”, encorajou.</p>
<p>O presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, reforçou a importância do evento. “A mulher está cada vez mais presente no agronegócio. O sistema promove esse espaço porque reconhece e valoriza esse protagonismo no campo.”</p>
<figure id="attachment_5147" aria-describedby="caption-attachment-5147" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5147" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.54.03-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.54.03-300x300.jpeg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.54.03-1024x1024.jpeg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.54.03-150x150.jpeg 150w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-16-at-14.54.03.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-5147" class="wp-caption-text">Palestra “Você nasceu pra dar certo” dedicada a mulher do agro foi destaque no último dia do estande do Sistema/Imagem: divulgação</figcaption></figure>
<p>O seminário reafirmou o compromisso das instituições com a equidade de gênero no setor agropecuário e destacou exemplos inspiradores de mulheres que transformam o campo com trabalho, visão e sensibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Estande do Sistema FAET/Senar/Sindicatos tem a parceria do Ministério da Agricultura e Pecuária e o Governo Federal por meio de Termo de Fomento (TF.: 956148/2024 MAPA/FAET).</p>
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		<title>FAET E FRENTE PARLAMENTAR DO AGRO DEBATEM TAXAS E CRÉDITOS RURAIS COM BANCOS</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/faet-e-frente-parlamentar-do-agro-debatem-taxas-e-creditos-rurais-com-bancos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 18:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[FAET]]></category>
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					<description><![CDATA[“Tivemos mais uma reunião produtiva que comprova a força da mobilização dos produtores e a disposição dos nossos deputados da FPA (Frente Parlamentar do Agro) de estarem atentos aos assuntos de interesse do nosso setor”. As palavras são do presidente do Sistema FAET, Paulo Carneiro, sobre nova reunião da FPA na Assembleia Legislativa do Tocantins. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Tivemos mais uma reunião produtiva que comprova a força da mobilização dos produtores e a disposição dos nossos deputados da FPA (Frente Parlamentar do Agro) de estarem atentos aos assuntos de interesse do nosso setor”. As palavras são do presidente do Sistema FAET, Paulo Carneiro, sobre nova reunião da FPA na Assembleia Legislativa do Tocantins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O principal assunto da reunião dos parlamentares e das entidades representativas do agro tocantinense, lideradas pela FAET, foi sobre as taxas de juros, linhas de crédito e a negociação das dívidas dos produtores rurais. Mas antes, a FPA atualizou informações sobre o andamento das discussões sobre o novo Código Florestal do Tocantins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a presença do deputado estadual Olyntho Neto, os participantes da reunião foram informados de que a Assembleia Legislativa vai reativar a comissão que estava analisando o projeto do Código e que está parada a mais de dez anos. “Vamos retomar os trabalhos e com a participação das entidades, como a FAET, esperamos aprovar um Código que garanta que no Tocantins tenhamos produção com sustentabilidade”, destacou o parlamentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente da FPA, deputado Gutierres Torquato, a Frente fez questão de colocar frente a frente as entidades rurais e os representantes das principais instituições bancárias que atuam na área de créditos para o produtor rural. O presidente solicitou a distribuição de pesquisa realizada pelo Sistema FAET/Senar que apurou o quadro de endividamento do setor no estado e que mostra que o segmento vive um momento delicado e de muita apreensão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele lembrou, como a pesquisa aponta, que o maior problema que gerou essa situação é a brusca queda nos preços dos produtos e aumento dos insumos. Soma-se a isso o fato de que as taxas de juros praticadas pelas instituições bancárias estão muito elevadas, o que dificulta a vida do produtor. Os bancos argumentaram que a situação dos juros é um drama nacional, mas que o horizonte aponta dias melhores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Tivemos uma reunião muito importante. Demos um passo importante sobre o Código Florestal que vai voltar a caminhar aqui na Assembleia e uma discussão muito relevante com os bancos que atuam no agro. Ao lado aqui dos deputados, dos sindicatos e da FAET tratamos do assunto e estou confiante de que teremos uma condição melhor pela frente”, afirma.</p>
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		<title>Uma morte, roubo, terra úmida: Um caminho difícil até as portas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 16:56:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[assistencia tecnica ateg]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável. Maria é filha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria é filha de produtores rurais e foi criada na comunidade Figueirinha, em Balneário Gaivota, no extremo Sul catarinense. Ela enfrentou muitas dificuldades no início da jornada, mas, com a ajuda do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), hoje “tira o sustento” da família em uma terra que estava abandonada e, por muitos, era considerada improdutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter “nascido na roça”, a história de Maria como empreendedora rural só começou de fato em 2010 quando seu pai, Alaôr Rodrigues Santos, reuniu os filhos para dividir as propriedades. Na época, Maria e seu esposo Edivaldo Borges moravam em Santa Rosa do Sul (SC) e se viravam como podiam para sobreviver na cidade. Maria estava empregada em uma fábrica de biscoitos e Edivaldo trabalhava como motorista.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não foi uma época fácil. Mesmo morando fora, eu sempre quis voltar para o campo. Quando o meu pai nos convocou para dividir as terras, enxerguei como uma oportunidade para realizar meu sonho”, conta Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na partilha, Maria ficou com uma “terra parada”, que estava sem produzir. “O solo era muito úmido e estava tomado pela tiririca branca (planta invasora). Mas decidimos produzir assim mesmo”, explica Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de voltar ao campo para produzir exigiu uma série de planejamentos. A primeira medida foi arrumar a casa da propriedade rural que, na época, não oferecia condições para morar. “Trabalhei todo o ano de 2011 para juntar dinheiro para a fiação elétrica e, assim, colocar energia na casa. Então, na virada para 2012, decidi ir embora de Santa Rosa do Sul e morar na propriedade em Balneário Gaivota. Fiquei um ano e dois meses sozinha. Meu marido continuou na cidade para garantir nosso sustento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as economias da poupança e do seguro desemprego do antigo serviço, Maria conseguiu comprar uma vaca holandesa que, na época, custava R$ 2,5 mil, mas o solo úmido e tomado pela tiririca da propriedade inviabilizava a construção de um pasto para o animal. E para alimentá-lo, “a gente ia atrás de frutas na vizinhança”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas uma vaca, Maria tinha o leite e ainda fazia queijo, habilidade que aprendeu desde pequena com a mãe. Mas três meses depois, o animal caiu em uma vala e morreu. “Não tinha o que fazer, só trabalhar para comprar outra”, disse ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo animal do casal veio para a propriedade de uma forma inusitada. O marido de Maria tinha um dinheiro a receber do emprego na cidade. Mas como seu antigo patrão passava por dificuldades, Edivaldo propôs um acordo e levou uma vaca leiteira como pagamento. O animal foi colocado no pasto do sogro e, numa noite, foi a única vaca roubada do rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a morte e roubo dos dois primeiros animais, Maria conta, emocionada, como a família se uniu para ajudá-los. A mãe, dona Lurdes, fez um empréstimo, a sogra também contribuiu e, com um pouco mais de economias, o casal conseguiu três vacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Capim na moto – Até o Senar chegar, o casal se virava como podia para alimentar os três animais. “Quando eu saia de moto, pegava dois sacos de capim na beira da estrada. Era assim que a gente alimentava as vacas. Não tinha pasto”. Já para melhorar a acidez do solo, o casal enchia baldes de calcário e espalhava na terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida na propriedade continuava difícil e para completar a renda, nas temporadas de verão, Maria saia de bicicleta para trabalhar em um atacado de sorvete próximo à região e ainda como costureira. “As três vacas estavam lá, a gente acordava de madrugada para tirar o leite. A terra ainda tinha muita umidade, era improdutiva, mas não perdemos a esperança de ter um pasto verde para os animais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vizinhos e até familiares diziam que eles eram teimosos por insistir naquelas terras. “Muitos duvidaram, diziam que nosso esforço não ia dar em nada. Mas não existe terra ruim, existe terra malcuidada”, afirma Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada do Senar – Como sempre teve vontade de aprender, Maria sabia que faltava alguma coisa. Em 2018 o casal ficou sabendo de uma reunião do Senar, no Sindicato Rural de Araranguá, sobre a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).</p>
<p style="text-align: justify;">Maria não teve dúvidas. Era a chance para conseguir fazer a terra produzir, para o tão sonhado “pasto verde”. No dia da reunião mais um imprevisto. O pneu da moto furou e ela conseguiu chegar só no final da reunião. “Pedi para que fosse atendida, então marcaram uma visita do técnico na nossa propriedade”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando cheguei, uma parte da terra estava tomada pela erva daninha, com poucos animais. Outra parte estava roçada e a análise de solo pronta. Mas o que existia de especial era a vontade, a determinação e a garra dos dois. Eles fariam qualquer coisa para a propriedade dar certo e isso ajudou muito”, lembra o técnico do Senar Ricardo Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o atendimento, o técnico pediu para que Maria calculasse e registrasse a quantidade de leite diário. Na propriedade também começaram os testes de várias mudas de pasto para saber qual produziria melhor naquele tipo de terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A propriedade de Maria e Edivaldo recebeu atendimento da ATeG do Senar entre 2018 e 2022. Foi um “divisor de águas”. Os 10 litros de leite produzidos por dia chegaram a 100 litros com as orientações do técnico Ricardo e com a ajuda de uma máquina de ordenha adquirida pelo casal. Tudo isso os levou a se dedicar integralmente à atividade no campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o casal tem oito vacas e quatro – Flor, Agatha, Linda e Rosa Flor – em lactação. Alguns dos nomes dos animais foram escolhidos pela filha Maria Eduarda, que já mostra aptidão para as atividades no campo. “Já sei tirar leite e quero ser veterinária”.</p>
<p style="text-align: justify;">A terra que um dia estava encharcada, além de ter muita acidez, hoje é produtiva e conta com um pasto verde que alimenta o rebanho. “Muitos disseram que o nosso esforço não ia dar em nada e hoje a gente vive disso. Em dois meses de atendimento, nós já tínhamos comida para dar aos animais. Em seis meses, bastante pasto. Olhei pra Maria e disse: ‘nós vamos ficar aqui, porque aqui é o nosso lugar’. Vamos mostrar para quem não acreditou que a terra tem potencial. O Senar abriu as portas que a gente precisava”, diz Edivaldo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 21px;">“O que o Senar nos trouxe foi qualidade de vida. Não cuidou só da terra, cuidou do nosso lado emocional, pessoal, do desenvolvimento social. Sem o Senar, estaríamos trabalhando fora. Sem dúvida ele tem papel fundamental na realização de sonhos dos produtores rurais. Hoje tenho orgulho de onde cheguei e da mulher que me tornei”, conta Maria emocionada.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Dia de Campo destaca transformação da pecuária brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[“Estamos passando por uma transformação irreversível do modelo de produção da pecuária brasileira, semelhante ao que ocorreu com a agricultura 40 anos atrás; não se trata de uma mudança de ciclo, mas de uma profunda transformação na forma de produzir”. As palavras são do professor doutor Moacyr Corsi, considerado uma das maiores autoridades em pastagens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Estamos passando por uma transformação irreversível do modelo de produção da pecuária brasileira, semelhante ao que ocorreu com a agricultura 40 anos atrás; não se trata de uma mudança de ciclo, mas de uma profunda transformação na forma de produzir”.</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras são do professor doutor Moacyr Corsi, considerado uma das maiores autoridades em pastagens do mundo. Professor da ESALQ – USP, de Piracicaba-SP, ele foi a principal atração do evento “Café no Campo”, realizado na Fazenda JAL, em Araguaçu, pela Secretara Estadual da Agricultura com o apoio do Senar Tocantins.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta foi a segunda edição do evento que, segundo o secretário Jaime Café, visa difundir novas práticas que possam melhorar a produção no estado. “Araguaçu tem o maior rebanho do estado e produtores que buscam conhecimento e tecnologia para elevar a produção sem precisar adquirir novas áreas. Temos condições de produzir três vezes mais, aumentar nosso rebanho para 30 milhões de cabeças sem precisar abrir novas áreas de pastagens”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O prefeito da cidade, Jarbas Ribeiro, também destacou emocionado que o município vive um grande momento com o avanço tanto da pecuária como da agricultura. Para ele o evento contribuiu para melhor ainda mais os resultados da atividade no município. “Nosso sonho é que em breve teremos um frigorífico em Araguaçu para beneficiar a produção e gerar riqueza e emprego para nosso município”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A posição otimista com o município é compartilhada pelo proprietário da Fazenda JAL, José Luiz Urbano Boteon. Segundo ele, quando decidiu investir no Tocantins se encantou com a região e hoje além de se sentir realizado reconhece que o município e o estado têm condições de avançar muito neste setor. “Um amigo me alertou para sugar o máximo de conhecimento do professor Corsi nesta vinda dele ao estado. Tenho certeza de que vamos aproveitar bem os conhecimentos e ensinamentos de uma referência mundial nesse segmento”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MUDANÇA IRREVERSÍVEL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No evento, o professor Moacyr Corsi destacou que a pecuária não pode pensar mais em aumentar a escala de produção apenas com a abertura de novas áreas. Para ele, esse modelo está ficando inviável, por isso, para ele só existe um caminho: intensificar! “a ideia é colocar uma outra fazenda dentro da própria fazenda, reduzir área de pastagem e aumentar a produção. Isso é possível e eu mostro nas minhas palestras que isso está acessível e pode ser feito por pequeno, médio ou grande produtor”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, o momento de aparente crise é apenas mais um ciclo da atividade e esse ambiente está gerando muitas oportunidades de negócios na pecuária intensiva em pastagens.</p>
<p style="text-align: justify;">“Só pra se ter uma ideia apenas 36% dos pecuaristas realizam algum tipo de adubação dos pastos. São justamente esses produtores que tem chance de sobreviver nesse novo cenário”, declarou. Para ele, atualmente quatro informações são essenciais para o produtor se tornar um bom pecuarista e resistir na atividade: a despesa mensal da fazenda, o número exato de cabeças que ele tem, qual o desempenho dos animais e ter os dados individualizados do rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor lembrou que menos de 10% das fazendas na atividade pecuária tem balança e apenas 30% delas tem curral e brete. “O produtor precisa ter informações seguras na mão pra saber se está ganhando ou perdendo dinheiro. Por conta dessa realidade, o professor acredita que cada vez mais, a pecuária de corte será uma atividade que estará nas mãos de grandes “players”, produtores tecnificados e com boa gestão de suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>ASSISTÊNCIA DO SENAR</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para a gerente de ATeG, Klísia Oliveira, o apoio à iniciativa é uma forma de difundir os conhecimentos entre os produtores da região. “Além disso, a presença dos nossos técnicos permitiu que esses ensinamentos possam sem aplicados nos trabalhos de assistência técnica que o Senar realiza”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A técnica de campo Carmiran Turíbio atesta essa perspectiva. Ela acredita que o evento proporcionou conhecimento para ser replicados nas propriedades assistidas pelo Senar, mas também permitiu que os profissionais reavaliassem procedimentos. “Tive acesso a informações técnicas que vão me fazer repensar algumas práticas que tenho no dia a dia no campo”, destacou.</p>
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		<title>Mulheres são beneficiadas com capacitação em olericultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Programas Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[Atendendo à solicitação da Associação de Agricultores Familiares PA Macaúba, em Pium, o Senar promoveu o curso de olericultura orgânica com foco em capacitar mulheres da comunidade. O treinamento foi destinado às esposas e filhas de produtores atendidos pela assistência técnica do Senar. A iniciativa beneficiou 15 mulheres e teve a parceria da Secretaria Estadual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atendendo à solicitação da Associação de Agricultores Familiares PA Macaúba, em Pium, o Senar promoveu o curso de olericultura orgânica com foco em capacitar mulheres da comunidade. O treinamento foi destinado às esposas e filhas de produtores atendidos pela assistência técnica do Senar.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa beneficiou 15 mulheres e teve a parceria da Secretaria Estadual da Agricultura, que distribuiu kits com adubo e sementes de variadas frutas e verduras. Durante a capacitação, as participantes conheceram técnicas de manejo sustentável, compostagem e adubação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o conhecimento adquirido no curso, elas pretendem comercializar as hortaliças para a alimentação escolar do município. Antes, o cultivo ocorria em apenas uma propriedade. Após o treinamento, já se estendeu para outras áreas do assentamento. Com esse trabalho, a expectativa é que as mulheres possam ter uma renda extra.</p>
<p style="text-align: justify;">“Está sendo uma ótima oportunidade para que possamos melhorar nossa terra e ter mais independência financeira”, destacou Gislane Silva. “Apesar de viver do cultivo da terra desde criança, acabamos por pensar que conhecemos tudo sobre plantação; o curso veio para apresentar novas experiências”, disse Aldenira Souza, outra participante.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos aproveitando a matéria orgânica do cerrado como esterco de gado, cinzas, restos de palmito de babaçu e realizando a compostagem; as mulheres atendidas são arrojadas e esse foi o diferencial”, destacou o instrutor do curso, James Lage. “Não sabíamos aproveitar os materiais, mas através do curso de olericultura do Senar, aprendemos técnicas de aproveitamento de tudo que temos à disposição”, disse Maria Teresa Marinho, aluna do curso.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos satisfeitos com essa parceria. Só temos a agradecer pelo aprendizado que o Senar está trazendo às famílias da comunidade”, finalizou Valdir Mesquita, presidente da Associação de Agricultores Familiares PA Macaúba.</p>
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