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	<title>Senar Tocantins &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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	<description>Serviço Nacional de Aprendizagem do Tocantins</description>
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	<title>Senar Tocantins &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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		<title>Senar Tocantins: 30 anos transformando vidas no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 15:28:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senar completa nesta quinta-feira, 04 de abril, 30 anos de atuação no estado do Tocantins. A instituição tem como missão contribuir para um cenário de crescente desenvolvimento da produção sustentável, da competitividade e de avanços sociais no campo e realiza esse trabalho por meio da educação profissional, da assistência técnica e gerencial aos produtores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Senar completa nesta quinta-feira, 04 de abril, 30 anos de atuação no estado do Tocantins. A instituição tem como missão contribuir para um cenário de crescente desenvolvimento da produção sustentável, da competitividade e de avanços sociais no campo e realiza esse trabalho por meio da educação profissional, da assistência técnica e gerencial aos produtores e das ações de promoção social.</p>
<p style="text-align: justify;">“Iniciamos os trabalhos com treinamentos no estado que tinham como objetivo preparar e qualificar a mão de obra para o trabalho no campo, mas ao longo do tempo nossa ação ganhou outra dimensão, com a qualificação tanto de trabalhadores como do próprio produtor rural. Além disso, o papel do Senar deu um salto significativo quando se colocou à disposição para assistir os produtores rurais”, destacou Rayley Luzza, superintendente do Senar no Tocantins.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, celebra as três décadas do Senar no estado ressaltando a contribuição fundamental que a instituição deu para o desenvolvimento do agronegócio no Tocantins. “Não importa se é pequeno, médio ou grande, o Senar está à disposição do produtor rural do nosso estado e foi o trabalho da entidade que garantiu que muitos produtores tivessem acesso ao conhecimento e às novas tecnologias, para aumentar a produção, a renda em condições de oferecer uma vida melhor para as famílias do campo”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 21px;"><strong>Pioneirismo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das ações inovadoras do Senar no Tocantins foi a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). Um programa que o Tocantins foi pioneiro, por abrigar as primeiras experiências no setor. De 2013 a 2024, o Senar, por meio da ATeG, contribuiu para a transformação da vida de milhares de produtores rurais, do pequeno ao grande, mas sobretudo os que não teriam condições para acessar novas práticas e tecnologias que estimulassem a produção e a produtividade, gerando lucratividade nos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo o Diretor da ATEG, Fabrício Vasconcelos, o Tocantins deu o pontapé inicial em um programa que era inovador. Desafio aceito, o trabalho do Senar no estado serviu de exemplo e motivação para outras regionais. Ao longo da história, a assistência técnica e gerencial do Senar chegou a quase 30 mil produtores em todo o estado. Para isso, o Senar Tocantins realizou mais de 180 mil visitas técnicas às propriedades rurais tocantinenses.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo o Diretor, hoje a ATEG atende seis cadeias produtivas no estado e é possível ver os resultados em cada uma delas. Com base nas pesquisas entre os produtores assistidos, ele afirma que “o trabalho do Senar tem feito a diferença, porque na bovinocultura de leite, por exemplo, tivemos um aumento de 171% no lucro médio da atividade; na apicultura, o aumento médio foi de 77% na produção de mel, na piscicultura o volume de peixes por unidade subiu 484% e na fruticultura, o aumento médio na renda foi de 125%”, afirmou.</p>
<p>Na área de qualificação profissional, as ações da Diretoria de Educação Profissional Rural e Promoção Social (DEPPS), o Senar beneficiou nas últimas décadas cerca de 400 mil pessoas. As ações de saúde alcançaram 175 mil participantes, entre homens e mulheres do campo. Os cursos técnicos em Agronegócio, em Zootecnia e o de Fruticultura já formaram pelo menos 300 jovens pelo estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diretor do DEPPS, Luiz Cláudio Faria, além dos cursos técnicos, atualmente o portfólio do Senar oferta 88 treinamentos em diferentes atividades “Nossa meta é acompanhar a evolução do campo, oferecendo treinamentos que vão de encontro às necessidades dos trabalhadores e produtores rurais. Em 2023, por exemplo, o Senar realizou 130% a mais de cursos FPR e PS quando comparado com o ano de 2022”.</p>
<p style="text-align: justify;">O Senar tem hoje 150 instrutores aptos a ministrar cursos em diferentes áreas e mais de 150 técnicos e supervisores que atendem propriedades. Um exército que atua no dia a dia de homens e mulheres do campo. Segundo a Superintendente do Senar, Rayley Luzza, a instituição tem desempenhado um papel fundamental na vida dos tocantinenses. “É com imenso orgulho que celebramos esses 30 anos de história do Senar, reconhecendo o seu legado e sua contribuição para o desenvolvimento do nosso estado. Parabenizo todos nossos agentes internos e externos que fazem parte dessa instituição e que diariamente se dedicam a promover conhecimento e transformação no campo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 21px;"><strong>Histórias transformadoras</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo desses anos, muitas vidas foram impactadas pelo Senar. Casos como do produtor de bananas no projeto de irrigação Manoel Alves, em Dianópolis, sudeste do Tocantins, Milton Albuquerque que conseguiu melhores resultados na produção e elevou a lucratividade do negócio, graças à assistência do Senar. “Casa, carro e a faculdade dos filhos. São as maiores conquistas que tive depois dos resultados que tivemos aqui na propriedade com as orientações do Senar”, relata emocionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Histórias de transformação de vida também são encontradas em outras regiões do estado, como o do produtor de leite, Raimundo Nonato, de Araguatins, no bico do Papagaio. Ele conta com orgulho que voltou a sonhar e bilhar os olhos com a atividade que desenvolve na fazenda dele depois de receber o acompanhamento do Senar. “Hoje recebemos tecnologia dos grandes produtores. Voltei a acreditar no meu trabalho. Hoje a gente tira leite, vende queijo, estamos chiques de doer”, comemora.</p>
<p style="text-align: justify;">E o trabalho do Senar vai além das porteiras. Do município de Guaraí, na região central do Tocantins, Rosa Cardoso, a popular Dona Rosa, teve o primeiro contato com o Senar em 1999, quando participou de um curso de embutidos e defumados. O treinamento transformou a vida dela depois de deixar um emprego na cidade. Apostou na produção de embutidos, virou referência no assunto e hoje também é instrutora do Senar. “Tenho muito amor e carinho pelo Senar e hoje me atrevo a viver em qualquer lugar do mundo fazendo o que faço”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação também proporcionou outra vida ao piscicultor Derci dos Santos, de São Miguel do Araguaia, no extremo norte do estado. Depois de anos lutando com a produção de peixes, ele passou a ser assistido pelo Senar e só assim viu os resultados aparecerem. “Eu trabalhava, movimentava um bom dinheiro, mas não sobrava nada. Mas depois do Senar a coisa mudou. A produção melhorou, consegui melhorar a nossa vida e realizei meu sonho de viajar para o exterior”, contou. A história do produtor chegou a ser destaque na campanha nacional do Senar em 2023.</p>
<p style="text-align: justify;">Celiene Gomes, que tem uma história com a instituição há 24 anos entrou como estagiária e hoje é Coordenadora de Arrecadação. “A minha trajetória profissional me dá muito orgulho. Sou muito grata por fazer parte de um time como o nosso, que é um exemplo para outras empresas”. Casos também como do colaborador Ronny Peter, que entrou como motorista e hoje trabalha como Coordenador Financeiro da instituição também ilustram as oportunidades que o Senar oferece. “Foi uma evolução pessoal e profissional. Hoje posso dizer que tudo que tenho devo ao Senar”.</p>
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		<title>Uma morte, roubo, terra úmida: Um caminho difícil até as portas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 16:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[assistencia tecnica ateg]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável. Maria é filha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A palavra desistir nunca fez parte do vocabulário de Maria dos Santos Borges. E motivos não faltaram. Solo encharcado, morte e roubo de animais, uma terra considerada improdutiva. Apesar de tudo que aconteceu, a produtora de leite nunca deixou de acreditar que a pecuária poderia transformar a propriedade em produtiva e rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria é filha de produtores rurais e foi criada na comunidade Figueirinha, em Balneário Gaivota, no extremo Sul catarinense. Ela enfrentou muitas dificuldades no início da jornada, mas, com a ajuda do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), hoje “tira o sustento” da família em uma terra que estava abandonada e, por muitos, era considerada improdutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter “nascido na roça”, a história de Maria como empreendedora rural só começou de fato em 2010 quando seu pai, Alaôr Rodrigues Santos, reuniu os filhos para dividir as propriedades. Na época, Maria e seu esposo Edivaldo Borges moravam em Santa Rosa do Sul (SC) e se viravam como podiam para sobreviver na cidade. Maria estava empregada em uma fábrica de biscoitos e Edivaldo trabalhava como motorista.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não foi uma época fácil. Mesmo morando fora, eu sempre quis voltar para o campo. Quando o meu pai nos convocou para dividir as terras, enxerguei como uma oportunidade para realizar meu sonho”, conta Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na partilha, Maria ficou com uma “terra parada”, que estava sem produzir. “O solo era muito úmido e estava tomado pela tiririca branca (planta invasora). Mas decidimos produzir assim mesmo”, explica Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de voltar ao campo para produzir exigiu uma série de planejamentos. A primeira medida foi arrumar a casa da propriedade rural que, na época, não oferecia condições para morar. “Trabalhei todo o ano de 2011 para juntar dinheiro para a fiação elétrica e, assim, colocar energia na casa. Então, na virada para 2012, decidi ir embora de Santa Rosa do Sul e morar na propriedade em Balneário Gaivota. Fiquei um ano e dois meses sozinha. Meu marido continuou na cidade para garantir nosso sustento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as economias da poupança e do seguro desemprego do antigo serviço, Maria conseguiu comprar uma vaca holandesa que, na época, custava R$ 2,5 mil, mas o solo úmido e tomado pela tiririca da propriedade inviabilizava a construção de um pasto para o animal. E para alimentá-lo, “a gente ia atrás de frutas na vizinhança”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas uma vaca, Maria tinha o leite e ainda fazia queijo, habilidade que aprendeu desde pequena com a mãe. Mas três meses depois, o animal caiu em uma vala e morreu. “Não tinha o que fazer, só trabalhar para comprar outra”, disse ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo animal do casal veio para a propriedade de uma forma inusitada. O marido de Maria tinha um dinheiro a receber do emprego na cidade. Mas como seu antigo patrão passava por dificuldades, Edivaldo propôs um acordo e levou uma vaca leiteira como pagamento. O animal foi colocado no pasto do sogro e, numa noite, foi a única vaca roubada do rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a morte e roubo dos dois primeiros animais, Maria conta, emocionada, como a família se uniu para ajudá-los. A mãe, dona Lurdes, fez um empréstimo, a sogra também contribuiu e, com um pouco mais de economias, o casal conseguiu três vacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Capim na moto – Até o Senar chegar, o casal se virava como podia para alimentar os três animais. “Quando eu saia de moto, pegava dois sacos de capim na beira da estrada. Era assim que a gente alimentava as vacas. Não tinha pasto”. Já para melhorar a acidez do solo, o casal enchia baldes de calcário e espalhava na terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida na propriedade continuava difícil e para completar a renda, nas temporadas de verão, Maria saia de bicicleta para trabalhar em um atacado de sorvete próximo à região e ainda como costureira. “As três vacas estavam lá, a gente acordava de madrugada para tirar o leite. A terra ainda tinha muita umidade, era improdutiva, mas não perdemos a esperança de ter um pasto verde para os animais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vizinhos e até familiares diziam que eles eram teimosos por insistir naquelas terras. “Muitos duvidaram, diziam que nosso esforço não ia dar em nada. Mas não existe terra ruim, existe terra malcuidada”, afirma Edivaldo.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada do Senar – Como sempre teve vontade de aprender, Maria sabia que faltava alguma coisa. Em 2018 o casal ficou sabendo de uma reunião do Senar, no Sindicato Rural de Araranguá, sobre a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).</p>
<p style="text-align: justify;">Maria não teve dúvidas. Era a chance para conseguir fazer a terra produzir, para o tão sonhado “pasto verde”. No dia da reunião mais um imprevisto. O pneu da moto furou e ela conseguiu chegar só no final da reunião. “Pedi para que fosse atendida, então marcaram uma visita do técnico na nossa propriedade”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando cheguei, uma parte da terra estava tomada pela erva daninha, com poucos animais. Outra parte estava roçada e a análise de solo pronta. Mas o que existia de especial era a vontade, a determinação e a garra dos dois. Eles fariam qualquer coisa para a propriedade dar certo e isso ajudou muito”, lembra o técnico do Senar Ricardo Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o atendimento, o técnico pediu para que Maria calculasse e registrasse a quantidade de leite diário. Na propriedade também começaram os testes de várias mudas de pasto para saber qual produziria melhor naquele tipo de terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A propriedade de Maria e Edivaldo recebeu atendimento da ATeG do Senar entre 2018 e 2022. Foi um “divisor de águas”. Os 10 litros de leite produzidos por dia chegaram a 100 litros com as orientações do técnico Ricardo e com a ajuda de uma máquina de ordenha adquirida pelo casal. Tudo isso os levou a se dedicar integralmente à atividade no campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o casal tem oito vacas e quatro – Flor, Agatha, Linda e Rosa Flor – em lactação. Alguns dos nomes dos animais foram escolhidos pela filha Maria Eduarda, que já mostra aptidão para as atividades no campo. “Já sei tirar leite e quero ser veterinária”.</p>
<p style="text-align: justify;">A terra que um dia estava encharcada, além de ter muita acidez, hoje é produtiva e conta com um pasto verde que alimenta o rebanho. “Muitos disseram que o nosso esforço não ia dar em nada e hoje a gente vive disso. Em dois meses de atendimento, nós já tínhamos comida para dar aos animais. Em seis meses, bastante pasto. Olhei pra Maria e disse: ‘nós vamos ficar aqui, porque aqui é o nosso lugar’. Vamos mostrar para quem não acreditou que a terra tem potencial. O Senar abriu as portas que a gente precisava”, diz Edivaldo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 21px;">“O que o Senar nos trouxe foi qualidade de vida. Não cuidou só da terra, cuidou do nosso lado emocional, pessoal, do desenvolvimento social. Sem o Senar, estaríamos trabalhando fora. Sem dúvida ele tem papel fundamental na realização de sonhos dos produtores rurais. Hoje tenho orgulho de onde cheguei e da mulher que me tornei”, conta Maria emocionada.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>AGROFORTE Sudeste aborda os desafios e caminhos do agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[Como lidar com os desafios dentro e fora da porteira e o que o produtor precisa fazer para não ser penalizado com as variações do mercado. Esse foi um dos principais objetivos do &#8220;AGRO FORTE Sudeste&#8221;, no município de Almas/TO. Uma realização do Sistema FAET/Senar em parceria com o Sindicato Rural de Almas. Na cadeia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como lidar com os desafios dentro e fora da porteira e o que o produtor precisa fazer para não ser penalizado com as variações do mercado. Esse foi um dos principais objetivos do &#8220;AGRO FORTE Sudeste&#8221;, no município de Almas/TO. Uma realização do Sistema FAET/Senar em parceria com o Sindicato Rural de Almas.</p>
<p>Na cadeia da pecuária, o palestrante Maurício Veloso explanou sobre a história e o panorama da atividade. Em um alerta aos produtores, ele explicou que o cenário atual prova que a redução da margem é irreversível e os preços podem ou não subir.</p>
<p>&#8220;Nós nunca mais vamos ganhar dinheiro na sorte, agora só vamos ganhar com produtividade&#8221;, afirmou. O especialista mostrou ainda os desafios dentro da porteira e as alternativas do novo modelo de pecuária.</p>
<p>Para tratar da produção de grãos, o consultor de mercado da CNA, Ênio Fernandes, mostrou como identificar as tendências do mercado de soja e milho. &#8220;Como os preços são pouco previsíveis, o produtor precisa ficar atento aos sinalizadores como dólar, taxas de juros no mercado internacional e o clima&#8221;, orientou.</p>
<p>Ele ainda explicou a importância de o produtor ficar atento a essas informações para não ser surpreendido. Outro fator para que o produtor tenha mais rentabilidade, é saber conhecer o custo de produção da sua propriedades, para isso ele destacou o apoio do Senar para dar essa assistência técnica.</p>
<p>O produtor de grãos, Marcelo Carassa, foi um dos participantes do evento. Ele que começou a produção de grãos no Tocantins do zero, com apenas 200 hectares de soja plantados, hoje já conta com 20 mil hectares. Para ele, o evento foi surpreendente, com informações que vão agregar mais para sua lavoura.</p>
<p>Além dele, cerca de 300 pessoas participaram do evento. De acordo com o presidente do sistema, Paulo Carneiro, o evento discutiu duas cadeias importantes da região e atendeu do pequeno ao grande produtor.</p>
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		<title>Dia de Campo destaca transformação da pecuária brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[“Estamos passando por uma transformação irreversível do modelo de produção da pecuária brasileira, semelhante ao que ocorreu com a agricultura 40 anos atrás; não se trata de uma mudança de ciclo, mas de uma profunda transformação na forma de produzir”. As palavras são do professor doutor Moacyr Corsi, considerado uma das maiores autoridades em pastagens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Estamos passando por uma transformação irreversível do modelo de produção da pecuária brasileira, semelhante ao que ocorreu com a agricultura 40 anos atrás; não se trata de uma mudança de ciclo, mas de uma profunda transformação na forma de produzir”.</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras são do professor doutor Moacyr Corsi, considerado uma das maiores autoridades em pastagens do mundo. Professor da ESALQ – USP, de Piracicaba-SP, ele foi a principal atração do evento “Café no Campo”, realizado na Fazenda JAL, em Araguaçu, pela Secretara Estadual da Agricultura com o apoio do Senar Tocantins.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta foi a segunda edição do evento que, segundo o secretário Jaime Café, visa difundir novas práticas que possam melhorar a produção no estado. “Araguaçu tem o maior rebanho do estado e produtores que buscam conhecimento e tecnologia para elevar a produção sem precisar adquirir novas áreas. Temos condições de produzir três vezes mais, aumentar nosso rebanho para 30 milhões de cabeças sem precisar abrir novas áreas de pastagens”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O prefeito da cidade, Jarbas Ribeiro, também destacou emocionado que o município vive um grande momento com o avanço tanto da pecuária como da agricultura. Para ele o evento contribuiu para melhor ainda mais os resultados da atividade no município. “Nosso sonho é que em breve teremos um frigorífico em Araguaçu para beneficiar a produção e gerar riqueza e emprego para nosso município”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A posição otimista com o município é compartilhada pelo proprietário da Fazenda JAL, José Luiz Urbano Boteon. Segundo ele, quando decidiu investir no Tocantins se encantou com a região e hoje além de se sentir realizado reconhece que o município e o estado têm condições de avançar muito neste setor. “Um amigo me alertou para sugar o máximo de conhecimento do professor Corsi nesta vinda dele ao estado. Tenho certeza de que vamos aproveitar bem os conhecimentos e ensinamentos de uma referência mundial nesse segmento”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MUDANÇA IRREVERSÍVEL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No evento, o professor Moacyr Corsi destacou que a pecuária não pode pensar mais em aumentar a escala de produção apenas com a abertura de novas áreas. Para ele, esse modelo está ficando inviável, por isso, para ele só existe um caminho: intensificar! “a ideia é colocar uma outra fazenda dentro da própria fazenda, reduzir área de pastagem e aumentar a produção. Isso é possível e eu mostro nas minhas palestras que isso está acessível e pode ser feito por pequeno, médio ou grande produtor”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, o momento de aparente crise é apenas mais um ciclo da atividade e esse ambiente está gerando muitas oportunidades de negócios na pecuária intensiva em pastagens.</p>
<p style="text-align: justify;">“Só pra se ter uma ideia apenas 36% dos pecuaristas realizam algum tipo de adubação dos pastos. São justamente esses produtores que tem chance de sobreviver nesse novo cenário”, declarou. Para ele, atualmente quatro informações são essenciais para o produtor se tornar um bom pecuarista e resistir na atividade: a despesa mensal da fazenda, o número exato de cabeças que ele tem, qual o desempenho dos animais e ter os dados individualizados do rebanho.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor lembrou que menos de 10% das fazendas na atividade pecuária tem balança e apenas 30% delas tem curral e brete. “O produtor precisa ter informações seguras na mão pra saber se está ganhando ou perdendo dinheiro. Por conta dessa realidade, o professor acredita que cada vez mais, a pecuária de corte será uma atividade que estará nas mãos de grandes “players”, produtores tecnificados e com boa gestão de suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>ASSISTÊNCIA DO SENAR</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para a gerente de ATeG, Klísia Oliveira, o apoio à iniciativa é uma forma de difundir os conhecimentos entre os produtores da região. “Além disso, a presença dos nossos técnicos permitiu que esses ensinamentos possam sem aplicados nos trabalhos de assistência técnica que o Senar realiza”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A técnica de campo Carmiran Turíbio atesta essa perspectiva. Ela acredita que o evento proporcionou conhecimento para ser replicados nas propriedades assistidas pelo Senar, mas também permitiu que os profissionais reavaliassem procedimentos. “Tive acesso a informações técnicas que vão me fazer repensar algumas práticas que tenho no dia a dia no campo”, destacou.</p>
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		<title>Mulheres são beneficiadas com capacitação em olericultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrononegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Programas Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[Atendendo à solicitação da Associação de Agricultores Familiares PA Macaúba, em Pium, o Senar promoveu o curso de olericultura orgânica com foco em capacitar mulheres da comunidade. O treinamento foi destinado às esposas e filhas de produtores atendidos pela assistência técnica do Senar. A iniciativa beneficiou 15 mulheres e teve a parceria da Secretaria Estadual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atendendo à solicitação da Associação de Agricultores Familiares PA Macaúba, em Pium, o Senar promoveu o curso de olericultura orgânica com foco em capacitar mulheres da comunidade. O treinamento foi destinado às esposas e filhas de produtores atendidos pela assistência técnica do Senar.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa beneficiou 15 mulheres e teve a parceria da Secretaria Estadual da Agricultura, que distribuiu kits com adubo e sementes de variadas frutas e verduras. Durante a capacitação, as participantes conheceram técnicas de manejo sustentável, compostagem e adubação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o conhecimento adquirido no curso, elas pretendem comercializar as hortaliças para a alimentação escolar do município. Antes, o cultivo ocorria em apenas uma propriedade. Após o treinamento, já se estendeu para outras áreas do assentamento. Com esse trabalho, a expectativa é que as mulheres possam ter uma renda extra.</p>
<p style="text-align: justify;">“Está sendo uma ótima oportunidade para que possamos melhorar nossa terra e ter mais independência financeira”, destacou Gislane Silva. “Apesar de viver do cultivo da terra desde criança, acabamos por pensar que conhecemos tudo sobre plantação; o curso veio para apresentar novas experiências”, disse Aldenira Souza, outra participante.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos aproveitando a matéria orgânica do cerrado como esterco de gado, cinzas, restos de palmito de babaçu e realizando a compostagem; as mulheres atendidas são arrojadas e esse foi o diferencial”, destacou o instrutor do curso, James Lage. “Não sabíamos aproveitar os materiais, mas através do curso de olericultura do Senar, aprendemos técnicas de aproveitamento de tudo que temos à disposição”, disse Maria Teresa Marinho, aluna do curso.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos satisfeitos com essa parceria. Só temos a agradecer pelo aprendizado que o Senar está trazendo às famílias da comunidade”, finalizou Valdir Mesquita, presidente da Associação de Agricultores Familiares PA Macaúba.</p>
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		<title>Programa capacita dirigentes de Sindicatos Rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 19:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria]]></category>
		<category><![CDATA[FAET]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parceria entre a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Governo Federal busca preparar lideranças do meio rural para atuar na defesa do produtor rural diante dos desafios atuais do setor. O Programa “Capacita Sindicato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma parceria entre a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Governo Federal busca preparar lideranças do meio rural para atuar na defesa do produtor rural diante dos desafios atuais do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">O Programa “Capacita Sindicato Rural &#8211; Cultivando Conexões” reúne cerca de trinta dirigentes de sindicatos de diversas regiões. O primeiro evento em Palmas, nesta segunda, 24, é o primeiro de uma série de encontros presenciais, missões técnicas e consultoria, que busca fortalecer as entidades sindicais rurais no Tocantins e estabelecer novas práticas de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa do Presidente do Sistema FAET/SENAR, Paulo Carneiro é que a formação fortaleça os sindicatos rurais e garanta a eles condições de atender as demandas do setor rural, em pleno desenvolvimento no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nossa missão é apoiar e fortalecer nossas bases, através do conhecimento que é fundamental. A boa liderança é essencial para o sucesso da nossa atividade e os novos tempos exigem novas práticas” pontuou o presidente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REPRESENTATIVIDADE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Psicólogo, mestre em Administração e especialista em Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, Celso Garcia foi convidado para conduzir a capacitação. Para ele, as mudanças são inevitáveis e os líderes precisam estar atentos à essa transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Embora o líder sozinho não seja capaz de mudar uma realidade, uma mudança também não ocorre sem uma liderança”, afirmou Garcia, que justificou a capacitação como uma forma de garantir a sustentabilidade dos sindicatos melhorando sua representação.</p>
<p style="text-align: justify;">Presidentes de sindicatos louvaram a iniciativa do Sistema FAET. “Precisamos melhorar a relação com o produtor. Afinal dependemos um do outro e juntos somos mais fortes” disse Francisco Tozzatti, de Dois Irmãos. “Temos que enaltecer essa iniciativa da FAET, do presidente Paulo e Rayley do Senar por fazer algo que nunca foi feito antes”, disse Cleiton Marinho, de Barrolândia.</p>
<p style="text-align: justify;">A superintendente do Senar, Rayley Luzza, também destacou a relevância da formação de líderes. “Nosso setor evolui numa velocidade impressionante e nossos líderes precisam acompanhar essa evolução. O programa foi construído com esse propósito, porque novos tempos exigem novas mentalidades e atitudes”, destacou Rayley.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a superintendente federal do MAPA no Tocantins, Lires Teresa Fernanda, “quem se capacita tem mais autonomia para agir e fazer melhor, por isso apoiamos essa iniciativa e queremos ser parceiros da FAET e dos sindicatos em outros momentos”, destacou.</p>
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		<title>Senar realiza capacitação de novos técnicos para atuarem na ATeG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 12:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais 21 profissionais de ciências agrárias passaram pelo treinamento na metodologia do Programa de Assistência Técnica e Gerencial do Senar. Após a capacitação, eles se tornaram aptos para atuar na instituição. O treinamento é dividido em aulas teóricas e as práticas. Na sala de aula, os participantes entendem a atuação do sistema e como funciona [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;">Mais 21 profissionais de ciências agrárias passaram pelo treinamento na metodologia do Programa de Assistência Técnica e Gerencial do Senar. Após a capacitação, eles se tornaram aptos para atuar na instituição. O treinamento é dividido em aulas teóricas e as práticas. Na sala de aula, os participantes entendem a atuação do sistema e como funciona o programa.</p>



<p style="text-align: justify;">Durante a qualificação foram apresentados indicadores de propriedades rurais já atendidas. De acordo com o Gerente da ATeG, Fabrício Vasconcellos, “a formação é fundamental para o exercício da atividade porque o Senar busca melhorar sempre o trabalho que realiza”.</p>



<p style="text-align: justify;">Ele explicou que essa atenção reflete no campo, onde os <span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">resultados</span> da assistência técnica comprovam que as propriedades rurais evoluem com o trabalho do Senar, que difunde novas tecnologias de manejo e boas práticas de gestão”, explicou.</p>



<p style="text-align: justify;">“Mesmo já tendo trabalhado no campo, não tinha conhecimento da importância da precisão dos dados do produtor, como o cálculo de custos, por exemplo; ponto obrigatório no programa, já que ele vai contribuir para que o produtor compreenda o negócio e melhore a sua produtividade”, explicou o zootecnista Fabio Suarte.</p>



<p style="text-align: justify;"><strong>AULA PRÁTICA</strong></p>



<p style="text-align: justify;">Com intuito de integrar o conhecimento prático ao teórico, o Senar promoveu uma atividade de imersão. Os participantes dos cursos visitaram uma propriedade em Aparecida do Rio Negro, onde o proprietário atua na cadeia de bovinocultura de leite.</p>



<p style="text-align: justify;">Os profissionais vistoriaram o curral, as pastagens, e a infraestrutura da fazenda. Também fizeram um levantamento histórico do rebanho e da situação financeira da propriedade. Os participantes foram divididos em quatro grupos onde puderam fazer apontamentos e tirar dúvidas com o produtor assistido.</p>



<p style="text-align: justify;">“Nosso grupo ficou com a parte do inventário da propriedade e isso é fundamental na gestão do negócio”, pontuou a médica veterinária, Evellyn Ferreira. Para Ítalo Mateus Sousa, técnico agropecuário, a capacitação enriquece os conceitos técnicos e gerenciais do negócio. “Apesar da propriedade ser pequena, é bastante produtiva. A assistência técnica tem feito diferença na vida do produtor e impacta na tomada de decisões”, disse.</p>



<p style="text-align: justify;">Mariane Andrade, técnica de campo que atende a propriedade, disse que as recomendações técnicas focam no perfil do produtor. “Com esse treinamento você consegue entender melhor como trabalhar com o produtor. O sistema do Senar tem um diferencial”, reforçou.</p>
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		<title>Desafios, mudanças e conquistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Senar Tocantins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 03:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Programas Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>
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					<description><![CDATA[“Quem conheceu minha infância, não podia imaginar que eu conseguiria conquistar o que tenho hoje. Nunca pude usar um chuveiro elétrico e nem um ar-condicionado. Passei a ter as coisas que nunca tive na vida graças ao que ganho aqui, na propriedade rural. Tiro tudo daqui”. A conquista de um chuveiro elétrico pelo produtor Derci [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Quem conheceu minha infância, não podia imaginar que eu conseguiria conquistar o que tenho hoje. Nunca pude usar um chuveiro elétrico e nem um ar-condicionado. Passei a ter as coisas que nunca tive na vida graças ao que ganho aqui, na propriedade rural. Tiro tudo daqui”.</p>
<p style="text-align: justify;">A conquista de um chuveiro elétrico pelo produtor Derci dos Santos Bezerra, de São Miguel do Tocantins (TO), é apenas um exemplo de como o conhecimento produtivo transforma vidas de famílias no meio rural.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas até o sonho virar realidade com a ajuda do Senar, muitos foram os desafios. E o primeiro deles foi descobrir a vocação do local, da propriedade, e a decisão do que produzir.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando comprou a Chácara Gaivota, no povoado Imbiral, localizada na região conhecida como Bico do Papagaio, na divisa do Maranhão, Derci tinha o objetivo de criar gado. “Trabalhei com a pecuária durante três anos até entender que aquela atividade não fazia parte da minha vocação”.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ainda estava na dúvida do que poderia substituir a criação de gado, os vizinhos e um irmão já investiam no cultivo de peixe. Derci ainda trabalhava como eletricista no Maranhão, mas queria sair do emprego e tirar o sustento da propriedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Decidiu então pela piscicultura. Sem ter ainda o conhecimento técnico suficiente, o produtor colocou os peixes das espécies tambacu e tambaqui nos três tanques que conseguiu fazer. “Continuei nessa luta sozinho e com as minhas economias fui fazendo outros tanques”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda trabalhando como eletricista, Derci Bezerra insistia na piscicultura mesmo não conseguindo renda suficiente para sustentar sua família só com a atividade. “O que eu lucrava com a venda do peixe, investia na propriedade. Eu ainda vivia do meu emprego, mas meu sonho era depender totalmente da renda na propriedade”.</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação com o Senar – Em 2009, Derci e sua família se mudaram para a Chácara Gaivota e ele passou a se dedicar 100% a ela. Foram idas e vindas, ganhos e perdas, até que, em 2019, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) de Tocantins o procurou para participar de um grupo de piscicultores do povoado Imbiral que receberia a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).</p>
<p style="text-align: justify;">Derci afirma que até então não sabia da existência do Senar e ficou desconfiado quando o técnico de campo chegou em sua propriedade fazendo várias perguntas. “Não fazia ideia de como seria o trabalho. Ele me fazia muitas perguntas e eu respondia. ‘Pra que tanta informação?’. Logo percebi que era de confiança. Ele não impôs nada, fez a proposta de como poderíamos trabalhar e eu aceitei”.</p>
<p style="text-align: justify;">O supervisor da ATeG do Senar/TO na região de Imbiral, Vicente Neto, que na época realizava o atendimento de Derci, explica que desde o início o piscicultor deixou claro que o seu principal objetivo era elevar o ganho do peso médio dos animais. “O produtor produzia peixe há mais de dez anos. Mostrei que não era ruim a forma dele produzir, mas que seria possível aumentar a produtividade e a renda utilizando a estrutura que ele já tinha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para identificar as mudanças necessárias no processo, Vicente conta que fez um diagnóstico produtivo individualizado da propriedade e verificou que as principais medidas seriam ajustar a densidade do cultivo, investir na qualidade da água (através da calagem e adubação), realizar a biometria dos peixes a cada 30 dias com o objetivo de calcular a taxa de ração, conversão alimentar e avaliar o ganho médio diário dos animais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nunca tinha pesado a ração e até tentava fazer a biometria, mas da forma errada. O nosso maior problema é não saber onde está a perda. Então o segredo não está no final do processo, mas ao longo do caminho. Quando comecei a pesar a ração, o resultado começou a melhorar, mesmo antes da produção aumentar”, diz Derci.</p>
<p style="text-align: justify;">Após três meses seguindo as orientações, o peso médio dos peixes saiu de 120 gramas por mês para 250 gramas. Antes da Assistência Técnica e Gerencial do Senar, a produção anual da Chácara Gaivota era de 39 toneladas de peixe. Com 24 meses de ATeG, a produção de Derci saltou para 65 toneladas por ano, resultando em aumento de 200% da margem bruta do produtor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vi que estava dando certo quando os peixes passaram a se desenvolver melhor. Na primeira venda depois da ATeG, o peixe já era maior. Antes só vendia peixes abaixo de um quilo. Fizemos o remanejamento dos peixes, reduzindo a quantidade por tanque. Hoje tenho 35 tanques escavados, sendo 32 para engorda e três berçários”, conta Derci.</p>
<p style="text-align: justify;">O técnico do Senar Vicente Neto é enfático ao ressaltar que o produtor rural precisa gerenciar sua propriedade para que, por meio dos indicadores de produção, consiga tomar as melhores decisões e, com isso, aumentar a produtividade e a lucratividade. “O Senar impacta de forma gigantesca na vida dos produtores. É com a ATeG que o pequeno, o médio e o grande produtor conseguem desenvolver melhor suas atividades”.</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação não foi apenas no processo produtivo, mas na vida de Derci. Depois do Senar, ele conseguiu terminar de construir sua casa, trocou de carro, conseguiu viajar e comprou o ar-condicionado que tanto sonhava.</p>
<p style="text-align: justify;">Enchente – Tudo ia bem na propriedade até as fortes chuvas de janeiro de 2022 atingirem a região. O nível do Rio Tocantins subiu muito acima do normal. As enchentes atingiram casas, comércio, isolaram e causaram perdas na zona rural. Os tanques de Derci foram inundados e o produtor perdeu toneladas de peixe ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o povoado Imbiral alagado, o técnico de campo do Senar alugou uma canoa para conseguir chegar na propriedade. “Foi um momento que o Derci precisou de apoio. Ainda vamos demorar um tempo para recuperar a produção de antes da enchente, mas ele é disciplinado, segue as recomendações técnicas e ama o que faz”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o produtor, sem o Senar ele não estaria mais produzindo. “Com a ATeG fiquei mais confiante, tive a oportunidade de trabalhar com planejamento. Tenho orgulho de onde cheguei, me sinto vitorioso e abençoado. O Senar é um braço forte me ajuda muito”, diz Derci.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esse trabalho é motivo de orgulho e realização profissional. O que me motiva todo dia é ver a satisfação no rosto do produtor, que ele está melhorando sua qualidade de vida e tirando o sustento da família. O que motiva é ver que com o nosso trabalho o produtor consegue alcançar seus sonhos”, diz Vicente.</p>
<p style="text-align: justify;">Derci conta que após a enchente a ideia é verticalizar a produção e otimizar a área. “Alguns tanques estão se conectando, ficando sem barreira, então preciso secar pelo menos a metade para reformar e melhorar a produção”. Atualmente, o piscicultor recebe atendimento do técnico de campo do Senar Wilkinson Vinícius Pereira Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">Derci sabe que ainda há muito trabalho a ser feito, que as demandas em uma propriedade rural nunca acabam, mas que boa parte da jornada já foi percorrida. “A gente continua sonhando, ano que vem tem mais!”.</p>
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