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	<title>Rogério Silva &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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	<description>Serviço Nacional de Aprendizagem do Tocantins</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Jul 2025 13:44:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Rogério Silva &#8211; Sistema FAET Senar</title>
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	<item>
		<title>Impacto da taxação de 50% nas exportações do Tocantins para os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 13:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAET]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[nota técnica]]></category>
		<category><![CDATA[parecer técnico]]></category>
		<category><![CDATA[taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Autor Laís Giuliani Felipetto – Analista Técnica Coordenação Luiz Claudio Faria Cruz &#8211; Departamento Técnico da FAET Assunto Impacto da taxação de 50% nas exportações do Tocantins para os Estados Unidos da América. Resumo A aplicação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras imposta pelos Estados Unidos da América, com vigência prevista para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="642">
<tbody>
<tr>
<td width="148"><strong>Autor</strong></td>
<td width="494">Laís Giuliani Felipetto – Analista Técnica</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Coordenação</strong></td>
<td width="494">Luiz Claudio Faria Cruz &#8211; Departamento Técnico da FAET</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Assunto</strong></td>
<td width="494">Impacto da taxação de 50% nas exportações do Tocantins para os Estados Unidos da América.</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Resumo</strong></td>
<td width="494">A aplicação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras imposta pelos Estados Unidos da América, com vigência prevista para 6º de agosto de 2025, poderá gerar impactos relevantes na economia nacional, como queda na receita das exportações, pressão sobre o mercado interno e redução dos preços pagos aos produtores rurais. Produtos como carne bovina, café, frutas frescas, ovos e tilápia seriam os mais afetados.</p>
<p>Os EUA são o segundo maior comprador de carne bovina brasileira (12%), atrás apenas da China (49%). Em 2024, os EUA importaram mais de US$ 2,8 bilhões em produtos de origem animal do Brasil, sendo que 95,7% desse valor corresponde à carne bovina.</p>
<p>O estado do Tocantins é o 9º maior exportador de carne bovina para os EUA e o segundo da região Norte, com apenas um frigorífico habilitado para essa operação. Em 2024, o Tocantins exportou US$ 73,8 milhões em produtos de origem animal para os EUA, representando 3,8% da carne bovina brasileira destinada ao país norte-americano.</p>
<p>A imposição de tarifas reduz a competitividade da carne tocantinense nos EUA, afetando diretamente o escoamento da produção e a renda dos produtores locais. Diante disso, é essencial que o governo federal busque reverter a medida e, paralelamente, que a indústria articule novos mercados para mitigar possíveis prejuízos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="148"><strong>Palavras-chave</strong></td>
<td width="494">Mercado, carne bovina, produção animal, indústria.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2></h2>
<h2>1.      Introdução</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, assinou no dia 30 de julho um decreto executivo que oficializa a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. A medida entra em vigor sete dias após a assinatura do decreto, ou seja, em 06 de agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os principais produtos brasileiros sujeitos à taxação estão o café, o cacau, a carne e as frutas. No entanto, alguns dos itens mais relevantes de exportação do país foram excluídos da taxação, como: artigos aeronáuticos, suco de laranja, madeira, vários insumos de madeira, celulose, minérios e petróleo (The White House, 2025). Assim, embora a taxação tenha impacto menor do que o inicialmente estimado, devido às isenções, ela ainda pode afetar de forma significativa as exportações brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A imposição da tarifa de 50% sobre os produtos de origem animal podem comprometer receitas, gerar desequilíbrios de mercado e pressionar os preços pagos aos produtores rurais (CEPEA, 2025). Os EUA são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, com 12% das exportações, sendo superado apenas pela China (49%), e os estados que mais exportam carne bovina para os EUA são São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul (MAPA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a redução das exportações, o excesso de carne bovina no mercado interno pode afetar negativamente o consumo de aves e suínos, impactando toda a cadeia da proteína animal (ABPA, 2025). Além disso, com relação à carne suína, os EUA compram 2% das exportações brasileiras (cerca de US$ 180 milhões/ano). Enquanto na cadeia de pescados, o Brasil exporta aproximadamente 1.300 toneladas de tilápia por mês para os EUA, movimentando cerca de US$ 3 milhões mensais (CEPEA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O setor de ovos possui como seu principal destino os EUA, correspondendo a mais de 60% das exportações do produto, dessa forma a taxação é extremamente complexa para o setor. No entanto, vale ressaltar que os EUA recentemente enfrentaram a gripe aviária, com consequências econômicas significativas para a população. Devido a essa situação, há a possibilidade do país recuar na implementação das medidas tarifárias, a fim de minimizar efeitos adversos adicionais na sua economia (CEPEA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) demonstraram que em junho de 2025 o volume adquirido pelos norte-americanos foi o menor desde dezembro de 2024. Além disso, que de abril para junho, os EUA diminuíram o volume importado em 29.603 toneladas, enquanto a China aumentou suas compras em 27.782 toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras em relação a maio. Como resultado, as exportações totais de carne bovina brasileira registraram o segundo melhor desempenho do ano, com aproximadamente 270 mil toneladas (MAPA, 2025). Uma parcela significativa da compensação nesse período ocorreu pelo aumento dos embarques à China, que desde fevereiro vem ampliando mensalmente suas aquisições (ABPA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, esse fluxo sinaliza que frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas em outros mercados. Com relação ao estado do Tocantins, serão analisados os principais dados de exportação para os EUA, a fim de entender os reais impactos que podem ocorrer devido à taxação de 50% nos produtos exportados para o país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2.      Dados de exportação</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os EUA é um importante parceiro comercial do Brasil, em 2024 foram exportados 7,3% dos produtos do agronegócio brasileiro para o país, sendo que os produtos de origem animal correspondem à 23,2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="680">
<tbody>
<tr>
<td width="378"><strong>Exportação do Brasil em 2024</strong></td>
<td width="151"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="378">Produtos do agronegócio</td>
<td width="151">164.304.371.138</td>
<td width="151">100%</td>
</tr>
<tr>
<td width="378">Produtos do agronegócio exportados para os EUA</td>
<td width="151">12.082.324.001</td>
<td width="151">7,3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando separado por categorias de produtos exportados, as carnes (bovina, suína, frango, miudezas e preparações, peru, ovino e caprino) correspondem a mais de 50,3% das exportações, seguido dos demais produtos dispostos na tabela abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td width="359"><strong>Produtos de origem animal exportados para os EUA em 2024</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>Total</strong></td>
<td width="142"><strong>2.802.475.113</strong></td>
<td width="151"><strong>100%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carnes</td>
<td width="142">1.411.117.011</td>
<td width="151">50,3%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Demais produtos de origem animal</td>
<td width="142">725.340.684</td>
<td width="151">25,9%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Couros, produtos de couro e peleteria</td>
<td width="142">328.205.252</td>
<td width="151">11,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Pescados</td>
<td width="142">224.289.110</td>
<td width="151">8,0%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Produtos apícolas</td>
<td width="142">78.924.429</td>
<td width="151">2,8%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Lácteos</td>
<td width="142">15.515.244</td>
<td width="151">0,6%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Ração para animais</td>
<td width="142">13.822.322</td>
<td width="151">0,5%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Animais vivos (exceto pescados)</td>
<td width="142">5.261.061</td>
<td width="151">0,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, quando segregado a categoria carnes por espécie, a carne bovina corresponde à 95,7% das exportações, sendo o produto com maior expressividade e importância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td width="359"><strong>Carnes exportados para os EUA em 2024</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>Total</strong></td>
<td width="142">1.411.117.011</td>
<td width="151">100%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne bovina</td>
<td width="142">1.350.160.505</td>
<td width="151">95,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne suína</td>
<td width="142">59.406.646</td>
<td width="151">4,2%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne de frango</td>
<td width="142">860.912</td>
<td rowspan="4" width="151">0,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Demais carnes, miudezas e preparações</td>
<td width="142">687.340</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne de peru</td>
<td width="142">1.197</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Carne de ovino e caprino</td>
<td width="142">411</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>3.      Dados de exportações do Tocantins</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Tocantins exportou em 2024, US$ 2.370.425.295 (dois bilhões, trezentos e setenta milhões, quatrocentos e vinte e cinco mil, duzentos e noventa e cinco dólares) para diferentes países. Com relação às exportações do Tocantins destinadas para os EUA, 100% das exportações foram de produtos de origem animal, porém representaram apenas 13,6% de todos os produtos de origem animal exportados do estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Brasil 13 estados estão aptos para exportar carne bovina para os EUA, o Tocantins ocupa a 9ª colocação entre os estados, sendo o segundo maior exportador da região Norte, atrás de Rondônia. Contudo, o volume da exportação para os EUA está concentrada em um único frigorífico habilitado, situado em Araguaína (Minerva S.A.), enquanto que, no Brasil, há um total de 57 estabelecimentos autorizados (MAPA, 2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtos de origem animal exportados do Tocantins para os EUA são segregados em duas categorias: carnes, que correspondem a 72% da exportação, enquanto os outros 28% são referente aos demais produtos de origem animal. Dessa forma, o Tocantins é responsável pela exportação de 3,8% da carne brasileira para os EUA, sendo que a totalidade dessas exportações refere-se exclusivamente à carne bovina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, o estado do Tocantins possui outros países como importantes parceiros econômicos, sendo a China o principal mercado externo, absorvendo 43,8% das exportações tocantinenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td width="359"><strong>Produtos de origem animal do Tocantins exportados em 2024</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor em dólares</strong></td>
<td width="151"><strong>Porcentagem (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>Total exportado</strong></td>
<td width="142"><strong>544.066.286</strong></td>
<td width="151"><strong>100%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359">China</td>
<td width="142">238.438.210</td>
<td width="151">43,8%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359"><strong>EUA</strong></td>
<td width="142"><strong>73.846.026</strong></td>
<td width="151"><strong>13,6%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Emirados Árabes Unidos</td>
<td width="142">29.534.512</td>
<td width="151">5,4%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Hong Kong</td>
<td width="142">22.443.366</td>
<td width="151">4,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Rússia</td>
<td width="142">20.019.498</td>
<td width="151">3,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Líbia</td>
<td width="142">17.168.041</td>
<td width="151">3,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="359">Demais países</td>
<td width="142">142.616.633</td>
<td width="151">26,3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>4.      Taxas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os acordos comerciais entre Brasil e EUA eram baseados no <em>Tariff Rate Quota </em>(TRQ), instrumento de política comercial criado no âmbito da Organização Mundial Comercial (OMC), que busca equilibrar a abertura do comércio com a proteção à produção interna. Ela permite a importação de um volume limitado de produtos com tarifa reduzida, aplicando tarifa cheia apenas sobre o excedente, o que evita impactos negativos aos produtores locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso da carne bovina, por exemplo, se o Tocantins exportasse 70 mil toneladas aos EUA, 65 mil toneladas pagavam tarifa reduzida de 4%, enquanto as 5 mil toneladas excedentes pagavam a tarifa mais alta de 26,5%, ou seja, as tarifas eram aplicadas em camadas. No entanto, com a nova taxação proposta, será aplicado uma taxa de 50% além do que já é aplicado, conforme descrito no quadro abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="652">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="302"><strong>Taxação antiga para carne</strong></td>
<td colspan="2" width="350"><strong>Nova taxação para carne</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="142"><strong>4%</strong></td>
<td width="161"><strong>26,5%</strong></td>
<td width="170"><strong>4% + 50%= </strong></p>
<p><strong>54%</strong></td>
<td width="180"><strong>26,5% +50%= </strong></p>
<p><strong>76,5%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="142">Até 65 mil toneladas</td>
<td width="161">Acima de 65 mil toneladas</td>
<td width="170">Até 65 mil toneladas</td>
<td width="180">Acima de 65 mil toneladas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>5.      Conclusão</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante da imposição da tarifa de 50% sobre produtos de origem animal exportados aos Estados Unidos da América, os impactos para o Brasil podem ser significativos. Essa medida exigirá a ampliação e diversificação dos mercados de destino, a fim de garantir o escoamento da produção nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora o Brasil mantenha acordos comerciais consolidados com diversos parceiros que possuem capacidade para absorver parte dessa produção, será imprescindível uma ação coordenada entre governo e setor industrial. A fim de redirecionar os 23,2% dos produtos de origem animal brasileiros que, atualmente, são destinados à exportação dos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com relação ao estado do Tocantins, responsável por 3,8% da carne bovina exportada pelo Brasil, será igualmente necessária a ampliação de acordos e frentes comerciais. A eventual tarifação compromete a competitividade da carne tocantinense no mercado norte-americano, o que torna urgente a adoção de estratégias voltadas à diversificação de mercados, ao fortalecimento da estrutura industrial local e à intensificação da promoção comercial em outras regiões do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale ressaltar que o Tocantins possui atualmente um frigorífico habilitado para exportação para os EUA. Com isso, a taxação imposta impacta de forma direta o escoamento da produção estadual e, consequentemente, a remuneração dos produtores locais. Dessa forma, é fundamental que o governo federal atue de forma rápida na tentativa de reversão da medida tarifária e, paralelamente, que a indústria articule novos mercados para mitigar possíveis prejuízos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Senar e Embrapa firmam parceria para fomentar a piscicultura no Tocantins</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/senar-e-embrapa-firmam-parceria-para-fomentar-a-piscicultura-no-tocantins/</link>
					<comments>https://sistemafaetsenar.org.br/senar-e-embrapa-firmam-parceria-para-fomentar-a-piscicultura-no-tocantins/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 13:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senar Tocantins e a Embrapa Pesca e Aquicultura assinaram acordo de cooperação técnica para a execução de atividades conjuntas de pesquisa e ações de transferência de tecnologia e boas práticas de manejo dos peixes. &#160; O evento foi realizado na sede do sistema FAET/Senar, em Palmas e contou com a presença de representantes das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senar Tocantins e a Embrapa Pesca e Aquicultura assinaram acordo de cooperação técnica para a execução de atividades conjuntas de pesquisa e ações de transferência de tecnologia e boas práticas de manejo dos peixes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O evento foi realizado na sede do sistema FAET/Senar, em Palmas e contou com a presença de representantes das duas instituições e também do Ruraltins, Secretaria Estadual de Pesca e Aquicultura, além de um representante dos piscicultores que irão participar do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4809 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-1024x596.jpeg" alt="" width="1024" height="596" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-1024x596.jpeg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-300x175.jpeg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A iniciativa, segundo o presidente do Sistema FAET/Senar, Paulo Carneiro, se soma ao trabalho que o Senar tem feito em todo o estado de fortalecimento da cadeia produtiva da piscicultura. “Trabalhamos para apoiar o produtor a produzir melhor, ter mais produtividade e lucratividade no seu negócio. Com isso, ganha o produtor, o município e o estado”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com mais de 400 produtores assistidos no Tocantins e mais de 20 profissionais exclusivamente para esta atividade, o Senar será o responsável por apoiar as atividades de pesquisa com visitas às propriedades. Também ficará encarregado de promover a devolutiva das tecnologias advindas do trabalho dos pesquisadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A chefe geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Danielle de Bem Luiz, explicou que o objetivo da pesquisa é de aumentar a eficiência alimentar e produtiva dos chamados “peixes redondos”- tambaqui, tambatinga, entre outros &#8211; no Estado do Tocantins, validando um protocolo de alimentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A Embrapa gera novas tecnologias para o produtor, mas precisamos da assistência técnica, como a do Senar, para transformar essas tecnologias em inovação”, destacou a chefa da Embrapa, explicando que a pesquisa precisa estimular novas práticas no campo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4811 size-large" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-1-1024x578.jpeg" alt="" width="1024" height="578" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-1-1024x578.jpeg 1024w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-1-300x169.jpeg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-18.14.25-1.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Para a secretária estadual de Pesca e Aquicultura, Miyuki Hyashida, o mercado para os peixes redondos como o tambaqui tem um grande potencial de crescimento, tanto no Brasil como no exterior. “Precisamos aumentar a nossa produção e esse pacote de tecnologias aliado ao trabalho de assistência técnica do Senar é fundamental”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto de pesquisa da Embrapa liderado pela pesquisadora Ana Paula Oeda Rodrigues contou com emenda parlamentar do deputado federal Filipi Martins. Os trabalhos já começaram, mas ainda serão visitadas propriedades tanto na região central como no Bico do Papagaio, onde a atividade está em franca expansão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a name="_GoBack"></a> Para 2025 estão programados Dias de Campo para compartilhar os conhecimentos adquiridos. Segundo Fabrício Vasconcelos, diretor de ATeG do Senar, também haverá eventos para qualificar as equipes técnicas que atuam no estado.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>SENAR TERÁ MAIS 75 TÉCNICOS EM CAMPO</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/senar-tera-mais-75-tecnicos-em-campo/</link>
					<comments>https://sistemafaetsenar.org.br/senar-tera-mais-75-tecnicos-em-campo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 12:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sistemafaetsenar.org.br/?p=4444</guid>

					<description><![CDATA[Mais 75 novos profissionais foram qualificados no Treinamento Metodológico da Assistência Técnica e Gerencial do Senar Tocantins e, em agosto, já devem iniciar as atividades de campo. O treinamento ocorreu nos municípios de Palmas, Porto Nacional, Santa Tereza e Aparecida do Rio Negro. &#160; A capacitação é essencial para que os agrônomos, zootecnistas, veterinários e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais 75 novos profissionais foram qualificados no Treinamento Metodológico da Assistência Técnica e Gerencial do Senar Tocantins e, em agosto, já devem iniciar as atividades de campo. O treinamento ocorreu nos municípios de Palmas, Porto Nacional, Santa Tereza e Aparecida do Rio Negro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A capacitação é essencial para que os agrônomos, zootecnistas, veterinários e técnicos agrícolas estejam aptos para atuar nas propriedades rurais do estado prestando assistência técnica e gerencial aos produtores tocantinenses que buscam o apoio do Senar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Primeiro essa turma de profissionais conheceu a nossa metodologia de trabalho em sala de aula, depois fomos a campo mostrar a eles como o Senar desenvolve suas atividades, auxiliando o produtor rural”, destacou Hugo Mariano, gerente ATeG.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após esta etapa, os novos técnicos de campo do Senar são credenciados de fato. Os profissionais terão que seguir as seguintes etapas no exercício da função: realizar diagnóstico da propriedade assistida, orientar e planejar estrategicamente o desenvolvimento, visando o aumento da produtividade, a redução dos custos de produção e o incremento dos lucros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nosso objetivo é ampliar o número de propriedades assistidas pelo Senar no Tocantins e para isso precisamos de pessoas qualificadas que sejam capazes de promover transformação na vida dos nossos produtores”, destacou a superintendente do Senar, Rayley Luzza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EXPERIÊNCIA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os resultados desejados pelo Senar, só são possíveis de serem alcançados se o profissional cumprir fielmente a metodologia de ATeG”, destacou o supervisor Vicente Lima, que comandou umas das turmas de capacitação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O grupo liderado pelo supervisor reuniu 25 profissionais que estiveram reunidos em atividade no IFTO em Palmas e numa propriedade que atua com bovinocultura de leite no município de Santa Tereza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A gente viu na prática que o produtor tem uma boa orientação do Senar e melhorou a produtividade por causa da assistência. Ficamos ainda mais confiantes para prestar esse serviço&#8221;, disse o técnico em agropecuária, Carlos André.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor de ATeG, Fabrício Vasconcelos explicou que as contratações dos novos técnicos de campo ocorreram por meio de seleção por edital de credenciamento. Segundo ele, o edital é de fluxo contínuo, por isso podem se credenciar pessoas jurídicas especializadas na área rural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas no site do sistema FAET/SENAR. A instituição sempre divulga as novas oportunidades de contratação no próprio site e nas redes sociais do sistema.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Parceria vai focar consumidores de energia elétrica na zona rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 20:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sistema FAET/Senar e o Conselho de Consumidores de Energia Elétrica do Tocantins – CEETO, por meio da Energisa, formalizaram acordo de cooperação técnica com o objetivo de orientar os produtores e trabalhadores rurais a terem boas práticas que garantam segurança à vida e ao patrimônio dos consumidores de energia no meio rural e proporcionem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema FAET/Senar e o Conselho de Consumidores de Energia Elétrica do Tocantins – CEETO, por meio da Energisa, formalizaram acordo de cooperação técnica com o objetivo de orientar os produtores e trabalhadores rurais a terem boas práticas que garantam segurança à vida e ao patrimônio dos consumidores de energia no meio rural e proporcionem mais qualidade nesse tipo de serviço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A assinatura do documento ocorreu em reunião realizada na sede do sistema em Palmas e terá aplicação imediata. “A iniciativa vem no momento certo; essa parceria vai levar informações importantes tanto de direitos como deveres ao homem do campo e temos certeza que iremos colher ótimos resultados, porque o Sistema FAET/Senar vai nos ajudar a chegar até o produtor rural”, destacou o diretor e da Energisa no Tocantins, Alan Kardek Ferreira Moreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o presidente do CEETO, Rudnei Fonseca, esse tipo de ação garante que o serviço prestado seja superior ao realizado atualmente. Para ele, com informação o produtor vai fazer bom uso da energia no campo e com segurança e, com isso, haverá menos interrupções e quedas no fornecimento. “A parceria é uma sementinha que está sendo plantada e que tenho certeza que vai gerar bons frutos”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A FAET e o Senar estão presentes nos quatro cantos do estado, por isso, ficamos felizes da Energisa e a CEETO nos procurarem para essa parceria, que é muito importante para os produtores rurais, e que será bom para todos os lados”, destacou Paulo Carneiro, presidente do Sistema FAET/Senar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONSCIENTIZAÇÃO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme com o Acordo de Cooperação, o Sistema FAET/Senar será responsável por mobilizar o público alvo da iniciativa, seja nos eventos que organizar, como dias de campo e feiras como a Agrotins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também será feita uma capacitação dos técnicos de campo e instrutores do Senar para que eles também levem informação às propriedades assistidas pela instituição, disseminando programas educativos entre os consumidores da zona rural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Energisa se compromete a disponibilizar profissionais para realizar palestras, capacitar e orientar profissionais do Senar e os produtores rurais sobre assuntos ligados ao uso consciente de energia, risco, segurança, direitos e deveres dos consumidores de energia elétrica no campo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Senar Tocantins participa de Encontro Nacional de Arrecadação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 18:52:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senar promoveu encontro dos departamentos de arrecadação de todas as administrações regionais em Brasília. Foram tratados de assuntos como: o E-Social e o EFD-Reinf, com orientações sobre como recolher e informar a contribuição devida pelos produtores rurais. &#160; A intenção é discutir estratégias para conscientizar o produtor rural sobre a legislação tributária, evitando sanções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 16px;">O Senar promoveu encontro dos departamentos de arrecadação de todas as administrações regionais em Brasília. Foram tratados de assuntos como: o E-Social e o EFD-Reinf, com orientações sobre como recolher e informar a contribuição devida pelos produtores rurais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 16px;">A intenção é discutir estratégias para conscientizar o produtor rural sobre a legislação tributária, evitando sanções por erros e omissões. Além disso, os profissionais tiveram um momento para troca de experiências entre as regionais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 16px;">Pelo Tocantins participaram a coordenadora de arrecadação do Senar Tocantins, Celiene Gomes e Eduardo Monteiro, que também integra o setor.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>FAET participa de audiência pública sobre regularização fundiária</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/faet-participa-de-audiencia-publica-sobre-regularizacao-fundiaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 19:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAET]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
		<category><![CDATA[#agrotocantins]]></category>
		<category><![CDATA[audiência pública]]></category>
		<category><![CDATA[faet]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[regularização fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[Promovida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública do Estado (DPE), a audiência pública para discutir os problemas fundiários e ambientais do estado foi acompanhada de perto pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET). &#160; O evento foi realizado no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Promovida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública do Estado (DPE), a audiência pública para discutir os problemas fundiários e ambientais do estado foi acompanhada de perto pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O evento foi realizado no no auditório do MPE e também contou com representantes de outras entidades rurais, movimentos sociais e da sociedade civil, além de comunidades quilombolas, indígenas e tradicionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A FAET parabeniza as instituições pela organização da audiência, onde foi possível que os representantes das diversas entidades expressassem seus sentimentos e opiniões sobre a necessidade urgente de regularização fundiária no Tocantins. A preocupação da nossa entidade é garantir segurança jurídica aos produtores que estão com a documentação de suas terras fragilizadas diante das indefinições sobre o assunto”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As palavras são do representante da FAET na audiência, o diretor de Relações Institucionais, Luiz Cláudio Farias. Segundo ele, a entidade defende a aprovação urgente do projeto de lei 1.199/2023 que transfere as terras públicas da União para o domínio do Estado do Tocantins, que por sua vez faria com que as titulações das propriedades fossem devidamente regularizadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na audiência, grupos organizados se manifestaram contra a medida alegando que o estado poderia legalizar áreas ocupadas irregularmente ou vende-las para terceiros por preços irrisórios. A informação foi rebatida pelo presidente do Itertins, Robson Figueiredo, que descartou essa possibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Estado não vende terras. Ele regulariza títulos. Percebe-se aqui que enquanto muitos buscam resolver os problemas, outros querem viver desses problemas”, destacou o presidente do Itertins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A FAET elogiou o debate aberto e transparente sobre o tema e também destacou a participação da Comissão Agrária da OAB/TO, que esteve presente a convite da Federação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Somente desta forma poderemos entender os anseios da nossa população e construir um estado melhor para todos, devolvendo ao campo a tranquilidade que ele precisa para continuar contribuindo com o desenvolvimento do nosso estado”, avaliou o presidente da FAET, Paulo Carneiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Entendemos que a regularização fundiária é de extrema importância para que o estado do Tocantins se desenvolva com sustentabilidade. No entanto, não permitir que área documentadas e produtivas fiquem à mercê de ações oportunistas que levam insegurança ao campo. Precisamos resguardar o direito à propriedade, garantindo a quem produz, a segurança para continuar trabalhando, gerando empregos e movimentando a economia deste estado”, finalizou.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>AGROFORTE debate desafios do agro</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/agroforte-debate-desafios-do-agro-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 14:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de colocar em discussão os principais assuntos que interessam o segmento rural em Gurupi e região, o Sistema Faet Senar está realizando o AGROFORTE SUL dentro da programação da 49a. ExpoGurupi. &#160; No primeiro dia de palestras foram tratados de assuntos como nutrição e fertilidade do solo, tecnologia de aplicação de herbicida, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de colocar em discussão os principais assuntos que interessam o segmento rural em Gurupi e região, o Sistema Faet Senar está realizando o AGROFORTE SUL dentro da programação da 49a. ExpoGurupi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No primeiro dia de palestras foram tratados de assuntos como nutrição e fertilidade do solo, tecnologia de aplicação de herbicida, sanidade em confinamento e tendências para o setor da pecuária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CUSTO DE TRANSPORTE</strong></p>
<p>Uma das principais palestras do evento foi da economista Elisângela Lopes, especialista em Logística da CNA (Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No panorama que fez sobre a logística de transporte no Brasil ela mostrou que o país carece de investimentos para melhorar a malha viária e ofertar alternativas em outros modais, como ferrovias e hidrovias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Esse assunto é importante para os produtores porque isso chega a impactar em cerca de 40% nos custos de transporte da produção. E isso reduz a competitividade dos nossos produtos”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A economista também falou sobre armazenagem de grãos no país. Dados da CNA mostram que o Tocantins é um dos estados produtores que mais precisam investir em estruturas de armazenagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS AGROFORTE</strong></p>
<p>Nos dias 2 e 3 de maio o AGROFORTE terá sequência com palestras sobre pastagens, questões fundiárias, sucessão familiar entre outros temas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os convidados estarão o agrônomo Celso Moretti, que vai falar sobre o agro no Brasil e a influencer Camila Telles, que vai tratar do papel da juventude no futuro do agro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O AGROFORTE é uma realização do sistema Faet/Senar e Sindicato Rural de Gurupi com o apoio do Ministério da Agricultura e Governo Federal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>AGROFORTE debate desafios do agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 12:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento do Sistema Faet e SR de Gurupi é uma das atrações da Exposição Com o objetivo de colocar em discussão os principais assuntos que interessam o segmento rural em Gurupi e região, o Sistema Faet Senar está realizando o AGROFORTE SUL dentro da programação da 49a. ExpoGurupi. No primeiro dia de palestras foram tratados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Evento do Sistema Faet e SR de Gurupi é uma das atrações da Exposição</p>
<p>Com o objetivo de colocar em discussão os principais assuntos que interessam o segmento rural em Gurupi e região, o Sistema Faet Senar está realizando o AGROFORTE SUL dentro da programação da 49a. ExpoGurupi.</p>
<p>No primeiro dia de palestras foram tratados de assuntos como nutrição e fertilidade do solo, tecnologia de aplicação de herbicida, sanidade em confinamento e tendências para o setor da pecuária.</p>
<p><strong>CUSTO DE TRANSPORTE</strong></p>
<p>Uma das principais palestras do evento foi da economista Elisângela Lopes, especialista em Logística da CNA (Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil).</p>
<p>No panorama que fez sobre a logística de transporte no Brasil ela mostrou que o país carece de investimentos para melhorar a malha viária e ofertar alternativas em outros modais, como ferrovias e hidrovias.</p>
<p>“Esse assunto é importante para os produtores porque isso chega a impactar em cerca de 40% nos custos de transporte da produção. E isso reduz a competitividade dos nossos produtos”, afirmou.</p>
<p>A economista também falou sobre armazenagem de grãos no país. Dados da CNA mostram que o Tocantins é um dos estados produtores que mais precisam investir em estruturas de armazenagem.</p>
<p><strong>MAIS AGROFORTE</strong></p>
<p>Nos dias 2 e 3 de maio o AGROFORTE terá sequência com palestras sobre pastagens, questões fundiárias, sucessão familiar entre outros temas.</p>
<p>Entre os convidados estarão o agrônomo Celso Moretti, que vai falar sobre o agro no Brasil e a influencer Camila Telles, que vai tratar do papel da juventude no futuro do agro.</p>
<p>O AGROFORTE é uma realização do sistema Faet/Senar e Sindicato Rural de Gurupi com o apoio do Ministério da Agricultura e Governo Federal.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Curso de cerca elétrica capacita por meio de técnicas de instalação e funcionamento</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/curso-de-cerca-eletrica-capacita-por-meio-de-tecnicas-de-instalacao-e-funcionamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 20:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação Profissional Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Senar]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação rural]]></category>
		<category><![CDATA[cerca elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Senar Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[“Os participantes aprenderam a fazer uma boa escolha de materiais, elaborar orçamento e construir uma cerca elétrica eficiente e durável. Nosso papel é capacitar a mão de obra rural e contribuir cada vez mais com a agropecuária do nosso estado”. &#160; As palavras são do instrutor do Senar Tocantins Paulo Henrique Soares que finalizou o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Os participantes aprenderam a fazer uma boa escolha de materiais, elaborar orçamento e construir uma cerca elétrica eficiente e durável. Nosso papel é capacitar a mão de obra rural e contribuir cada vez mais com a agropecuária do nosso estado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As palavras são do instrutor do Senar Tocantins Paulo Henrique Soares que finalizou o treinamento da primeira turma do curso “Trabalhador em cerca elétrica”. Adicionado recentemente ao portfólio de Formação Profissional Rural do Senar Tocantins, o curso foi realizado na Fazenda Mariana em Divinópolis, em parceria com o Sindicato Rural do município.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Juvenil Fernandes, trabalhador da fazenda, o curso serviu para aprimorar o conhecimento dele sobre a manutenção das cercas. “Estávamos fazendo um manuseio de maneira totalmente errada. Adquiri mais experiência sobre a cerca elétrica. Agora sim, eu acredito que vamos alinhar nossa cerca aqui”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4204 size-full" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/CERCA-ELETRICA-1.jpeg" alt="" width="1600" height="990" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/CERCA-ELETRICA-1.jpeg 1600w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/CERCA-ELETRICA-1-300x186.jpeg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/CERCA-ELETRICA-1-1024x634.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O treinamento foi muito bom, porque eu aprendi coisas novas, como a questão de conexão, como encontrar falhas, instalação do aparelho e instalação do aterramento. Eu achei bem interessante”, contou Antônio Martins, outro participante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já para Adailton Silva, o aprendizado será utilizado na chácara dele. “Estava precisando desse conhecimento, porque tenho uma chácara e vou piquetear ela todinha. Foi ótimo, agradeço muito ao Senar pelo desempenho”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os cursos de Formação Profissional Rural têm uma carga horária que varia de 16 a 40 horas. Ao final do treinamento, os participantes estão aptos para exercer a respectiva atividade no meio rural, além de receberem uma certificação válida em todo território nacional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Visita técnica aponta melhorias para a produção de mandioca</title>
		<link>https://sistemafaetsenar.org.br/visita-tecnica-aponta-melhorias-para-a-producao-de-mandioca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 20:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assistência Técnica e Gerencial]]></category>
		<category><![CDATA[ATeG]]></category>
		<category><![CDATA[mandiocultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira Visita Técnica da Assistência Técnica e Gerencial do Senar Tocantins de 2024 foi realizada na Chácara Canto Grande, em Lajeado, a 72 km de Palmas. A ação busca mostrar aos produtores da região, os bons resultados que a propriedade tem alcançado com a cultura da mandioca. &#160; O tema principal do encontro tratou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira Visita Técnica da Assistência Técnica e Gerencial do Senar Tocantins de 2024 foi realizada na Chácara Canto Grande, em Lajeado, a 72 km de Palmas. A ação busca mostrar aos produtores da região, os bons resultados que a propriedade tem alcançado com a cultura da mandioca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tema principal do encontro tratou do controle de ervas daninhas. A palestra foi do instrutor do Senar, o agrônomo Leidinaldo Laranjinha Lima,. “Tanto as folhas largas como estreitas, como capim-colchão, trapoeraba, pé de galinha, vassourinha e outras plantas que concorrem com a mandioca pela água, nutrientes do solo e luz são ervas daninhas que precisam ser combatidas e controladas”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4198 size-full" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/EVENTO-PROMOVIDO-PELO-SENAR-ESTIMULA-A-DIFUSAO-DE-CONHECIMENTOS-E-TROCA-DE-EXPERIENCIAS-10.jpeg" alt="" width="1280" height="960" srcset="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/EVENTO-PROMOVIDO-PELO-SENAR-ESTIMULA-A-DIFUSAO-DE-CONHECIMENTOS-E-TROCA-DE-EXPERIENCIAS-10.jpeg 1280w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/EVENTO-PROMOVIDO-PELO-SENAR-ESTIMULA-A-DIFUSAO-DE-CONHECIMENTOS-E-TROCA-DE-EXPERIENCIAS-10-300x225.jpeg 300w, https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2024/02/EVENTO-PROMOVIDO-PELO-SENAR-ESTIMULA-A-DIFUSAO-DE-CONHECIMENTOS-E-TROCA-DE-EXPERIENCIAS-10-1024x768.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os participantes da Visita Técnica, inclusive uma comitiva de indígenas da aldeia Xerente de Tocantínia, participaram do evento e foram a campo conhecer de perto o trabalho que é realizado na propriedade. Washington Martins, técnico do Senar, destacou que conhecer novas técnicas de produção e manejo são fundamentais para o sucesso da cultura. “Não podemos produzir mandioca do mesmo jeito que fazíamos a 20, 30 anos atrás”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O produtor rural Leônidas Pires, também deu um testemunho do sucesso da parceria com o Senar. Embora a atividade principal da fazenda dele seja bovinocultura, ele viu na mandiocultura uma alternativa para o aumento da renda no campo. “A diversificação foi fundamental na última safra. Foi a mandioca que acabou me salvando no verão. Com a falta de pasto, a suplementação alimentar do rebanho dele foi feita com a plantação de mandioca.</p>
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<p>O diretor de ATeG do Senar, Fabrício Vasconcelos, destacou no evento que existe um mercado promissor para a mandioca, mas que se a cultura não for conduzida com cuidados técnicos e uma boa gestão gerencial, os resultados não vão aparecer!</p>
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<p>Até o fim do ano, o Senar deve realizar novas visitas técnicas em outros ramos de atividade. “Nossa intenção é proporcionar esses momentos para difundir conhecimento, mas também proporcionar aos produtores uma troca de experiências para que possam produzir mais e ter rentabilidade no negócio, destacou o diretor.</p>
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